Estudo exclusivo da Escola EBD: Nesta lição abordaremos profundamente Revista Adultos Integridade Moral e Espiritual com insights baseados na teologia pentecostal da cpad...
9 de Novembro de 2014
TEXTO ÁUREO
“E te levantaste contra o Senhor do céu, [...] além disso, deste louvores aos deuses de prata, de ouro, de cobre, de ferro, de madeira e de pedra, que não veem, não ouvem, nem sabem; mas a Deus, em cuja mão está a tua vida e todos os teus caminhos, a ele não glorificaste” (Dn 5.23).
VERDADE PRÁTICA
Se nos rebelarmos contra o Soberano e Santo Deus, Ele nos abaterá.
HINOS SUGERIDOS 198, 211, 212.
LEITURA DIÁRIA
Segunda - Sl 2.1-4; Is 44.23-28 Deus frustra os maus intentos
Terça - Êx 34.5-7; Na 1.3 Deus é paciente e tardio em irar-se
Quarta - Nm 14.18-20 Deus não tem ao culpado por inocente
Quinta - Gl 6.7 De Deus não se zomba
Sexta - Is 42.8 Deus não dá a sua glória a outrem
Sábado - 1Cr 29.10-14 Deus é Senhor sobre reis e nações
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Daniel 5.1,2,22-30.
1 - O rei Belsazar deu um grande banquete a mil dos seus grandes e bebeu vinho na presença dos mil.
2 - Havendo Belsazar provado o vinho, mandou trazer os utensílios de ouro e de prata que Nabucodonosor, seu pai, tinha tirado do templo que estava em Jerusalém, para que bebessem neles o rei, os seus grandes e as suas mulheres e concubinas.
22 - E tu, seu filho Belsazar; não humilhaste o teu coração, ainda que soubeste de tudo isso.
23 - E te levantaste contra o Senhor do céu, pois foram trazidos os utensílios da casa dele perante ti, e tu, os teus grandes, as tuas mulheres e as tuas concubinas bebestes vinho neles; além disso, deste louvores aos deuses de prata, de ouro, de cobre, de ferro, de madeira e de pedra, que não veem, não ouvem, nem sabem; mas a Deus, em cuja mão está a tua vida e todos os teus caminhos, a ele não glorificaste.
24 - Então, dele foi enviada aquela parte da mão, e escreveu-se esta escritura.
25 - Esta, pois, é a escritura que se escreveu: MENE, MENE, TEQUEL e PARSIM.
26 - Esta é a interpretação daquilo: MENE: Contou Deus o teu reino e o acabou.
27 - TEQUEL: Pesado foste na balança e foste achado em falta.
28 - PERES: Dividido foi o teu reino e deu-se aos medos e aos persas.
29 - Então, mandou Belsazar que vestissem Daniel de púrpura, e que lhe pusessem uma cadeia de ouro ao pescoço, e proclamassem a respeito dele que havia de ser o terceiro dominador do reino.
30 - Naquela mesma noite, foi morto Belsazar, rei dos caldeus.
INTERAÇÃO
Na lição de hoje estudaremos a respeito de um fato ocorrido durante o reinado de Belsazar. Este rei, tomado pelo vinho, decide zombar de Deus, utilizando os utensílios sagrados do Templo em um banquete. O Altíssimo não tolera escárnio. Naquela mesma noite o juízo de Deus foi visto por todos. Uma mão misteriosa escreveu uma sentença nas paredes do palácio. O rei aterrorizado quer saber a interpretação e mais uma vez o profeta Daniel entra em cena para desvendar os mistérios divinos. Deus revela os seus segredos aos seus profetas (Am 3.7). Naquela mesma noite, o rei foi morto e os persas passaram a dominar a cidade. Que venhamos realizar a obra de Deus com temor e reverência, pois um dia também seremos julgados pelo nosso Senhor.
OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Saber a respeito do festim profano de Belsazar.
Compreender que o juízo de Deus é irrevogável.
Analisar a sentença contra Belsazar e a queda da Babilônia.
ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Professor, converse com seus alunos explicando que Belsazar utilizou os utensílios do Templo em seu banquete e Deus condenou tal atitude. Em seguida faça a seguinte indagação: “É licito utilizar aquilo que foi dedicado a Deus, como o edifício da igreja, para qualquer fim?” Ouça os seus alunos com atenção. Incentive a participação de todos. Leia Ezequiel 44.23. Conclua enfatizando que precisamos distinguir o que é santo do que é profano. Explique que não podemos utilizar as dependências da igreja ou os objetos consagrados ao Senhor, como instrumentos musicais, para outros fins. Precisamos ser cuidadosos com o que pertence ao Todo-Poderoso.
Palavra Chave
Profanação: Desrespeito ou violação do que é santo, sagrado; insulto, irreverência.
INTRODUÇÃO
A lição desta semana mostra mais uma vez a soberania divina. Após a morte de Nabucodonosor, em 562 a.C., Evil-Merodaque, o seu filho, sucedeu-o ao trono babilônico. Entretanto, dois anos depois, Evil Merodaque foi assassinado pelo seu cunhado, Neriglissar. Mas quem assumiu o trono foi Nabonido, o genro de Nabucodonosor. Nabonido era o pai de Belsazar, o qual se tornou corregente com o seu pai, três anos mais tarde. Cruel, devasso e profanador do sagrado são adjetivos, ainda leves, para qualificar a Belsazar. Foi numa noite de festa, regada a muito vinho e prostituição, que o rei Belsazar viu o reino escapar da sua mão e teve sua morte decretada. O reino babilônico daria lugar ao Medo-Persa, representado pelo peito e braços de prata da estátua sonhada por Nabucodonosor.
SINOPSE DO TÓPICO I
Belsazar não temia ao Senhor, por isso utilizou os objetos sagrados do Templo em sua festa profana.
SINOPSE DO TÓPICO II
O juízo de Deus contra o profano rei Belsazar era irrevogável e se cumpriu naquela mesma noite.
SINOPSE DO TÓPICO III
Deus é o justo juiz, Ele não aceita escárnio ou zombaria de homem algum.
CONCLUSÃO
A opulência da Babilônia, a crueldade de Belsazar e as orgias do reino tipificam uma vida tremendamente fechada em si mesma. A intervenção de Deus em meio aquela festa profana demonstra que Ele não admite a soberba e o egoísmo. O Pai Celestial, em Jesus Cristo, julgará a todos os que se mostram soberbos e arrogantes. A queda do império babilônico é uma lição para todos nós. Um dia, quando da segunda vinda gloriosa de Jesus, todos os povos serão julgados pelo nosso Senhor.
EXERCÍCIOS
1. O que o rei Belsazar mandou trazer para usar no banquete oferecido por ele?
Mandou trazer os utensílios sagrados do Templo.
2. Que tipo de festejo era o banquete oferecido por Belsazar?
Era um festejo degenerado, profano.
3. Belsazar via a Daniel como um servo de Deus?
Belsazar não via a Daniel como servo do Deus Altíssimo, mas apenas como um dos sábios do palácio.
4. Quais os significados das palavras MENE, TEQUEL e PARSIM?
MENE: Contou Deus o teu reino e o acabou. TEQUEL: Pesado foste na balança e foste achado em falta. PERES: Dividido foi o teu reino e deu-se aos medos e aos persas.
5. O que aprendemos com o capítulo cinco de Daniel?
No capítulo cinco de Daniel, aprendemos a lição de que não podemos nos fechar em nós mesmos. Deus não suporta uma vida de egoísmo, soberba e perversidade. Não podemos profanar aquilo que o nosso Pai consagrou como santo.
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO I
Subsídio Bibliológico
“A escritura (5.25)
Não existem vogais na forma escrita da família de línguas às quais pertencem o hebraico e o aramaico. O manuscrito pode muito bem ter sido grafado como a ‘mina’, o ‘siclo’ e o ‘peres’ (meio siclo). Esta ordem é de valor decrescente, de acordo com a expressão monetária. Conquanto possa representar uma desvalorização progressiva do reino, certa feita liderado por Nabucodonosor, sua interpretação permanece um mistério. Daniel acrescenta vogais diferentes para que se possa ler ‘numerado, numerado, pesado, dividido’. Ainda assim, não tem significado algum até que os atos de Belsazar fossem explicados, cuidadosamente numerados, pesados e considerados insuficientes por Daniel. Seu reino estava prestes a ser dividido e dominado. Deus enumera e pesa os atos de todos os homens e mulheres. Que não nos encontremos em falta” (RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia: Uma análise de Gênesis a Apocalipse capítulo por capítulo. 1º Edição. RJ: CPAD, 2005, p.517).
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO II
Subsídio Bibliológico
“Segurança falsa
O rei festejava com ‘os seus grandes’, pois todos supunham estarem protegidos pelas muralhas maciças. O que não podiam imaginar é que as forças persas haviam mudado o curso do rio que atravessava a cidade. Com a queda do nível de água, o inimigo simplesmente caminhou ao longo da cabeceira do rio, por baixo das grades de proteção, e surpreendeu os babilônios no interior da cidade.
Devido à vastidão do lugar, mesmo muito tempo depois que as áreas periféricas haviam sido tomadas, os habitantes ainda continuavam a ignorar o que vinha ocorrendo, pois, como estavam envolvidos na festa, continuaram dançando e se divertindo até que, finalmente tomaram conhecimento do ocorrido. Que semelhança entre tanta gente da atualidade, que se sente segura por trás dos muros da riqueza ou da posição social, jamais imaginando que a ruína está tão perto, até que seja tarde demais” (RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia: Uma análise de Gênesis a Apocalipse capítulo por capítulo. 1ª Edição. RJ: CPAD, 2005, p.517).
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