Estudo exclusivo da Escola EBD: Nesta lição abordaremos profundamente Revista Adultos As Disciplinas da Vida Cristã com insights baseados na teologia pentecostal da cpad...
22 de Junho de 2008
TEXTO ÁUREO
“E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações” (At 2.42).
VERDADE PRÁTICA
O amor é a característica mais forte do verdadeiro cristão. Identifica-o como discípulo de Jesus, realçando ao mundo o vínculo da nossa perfeição.
LEITURA DIÁRIA
Segunda — Cl 3.14 O amor é o vínculo da perfeição
Terça — Jo 13.35 O amor mútuo é testemunho do discipulado autêntico
Quarta — 1Co 13 A excelência do amor divino
Quinta — Hb 13.1-3 O amor cristão manifesto entre os necessitados
Sexta — 1Co 13.4-8 Os atributos do amor
Sábado — Jo 3.16 O verdadeiro amor
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
1 João 3.11-20.
11 — Porque esta é a mensagem que ouvistes desde o princípio: que nos amemos uns aos outros.
12 — Não como Caim, que era do maligno e matou a seu irmão. E por que causa o matou? Porque as suas obras eram más, e as de seu irmão, justas.
13 — Meus irmãos, não vos maravilheis, se o mundo vos aborrece.
14 — Nós sabemos que passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos; quem não ama a seu irmão permanece na morte.
15 — Qualquer que aborrece a seu irmão é homicida. E vós sabeis que nenhum homicida tem permanente nele a vida eterna.
16 — Conhecemos a caridade nisto: que ele deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos irmãos.
17 — Quem, pois, tiver bens do mundo e, vendo o seu irmão necessitado, lhe cerrar o seu coração, como estará nele a caridade de Deus?
18 — Meus filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade.
19 — E nisto conhecemos que somos da verdade e diante dele asseguraremos nosso coração;
20 — sabendo que, se o nosso coração nos condena, maior é Deus do que o nosso coração e conhece todas as coisas.
INTERAÇÃO
Professor, vamos falar mais uma vez sobre a organização da classe para o próximo trimestre. Na Caderneta de Classe há duas seções importantes: o Relatório Anual Pessoal e o Rol da Classe. Você as conhece? A primeira deverá ser preenchida com as informações dos quatro Relatórios Trimestrais, portanto, sempre no último trimestre. Organize os dados de cada trimestre, a fim de facilitar seu trabalho no final do ano. Na segunda, escreva os dados pessoais de cada aluno. Lembre-se: o professor é responsável pela fidelidade das informações na Caderneta. Use essas informações para incentivar, premiar e organizar suas aulas. Deus o abençoe.
OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Definir a comunhão dos santos.
Descrever a comunhão dos santos na Bíblia.
Viver em união na igreja local.
ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Professor, com certeza você já observou, na Caderneta, os nomes dos alunos que faltam frequentemente. Caso não seja possível visitá-los, envie uma carta ou e-mail. A CPAD tem editado alguns modelos de cartas, entre elas, a que se destina aos alunos ausentes. Há também uma carta-convite para novas matrículas. Uma vez que estamos próximos do início do terceiro trimestre é recomendável que o professor envie essas cartas aos alunos ausentes e também aos crentes que não frequentam a Escola Dominical. Trabalhemos “enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar” (Jo 9.4).
Palavra Chave
Comunhão: Vínculo espiritual e social estabelecido pelo Espírito Santo entre os salvos em Cristo.
INTRODUÇÃO
Ronald J. Sider descreve, com vivas cores, a comunhão dos santos: “Para os primeiros cristãos, koinonia não era a ‘comunhão’ enfeitada de passeios quinzenais patrocinados pela igreja. Não era chá, biscoitos e conversas sofisticadas no salão social depois do sermão. Era um compartilhar incondicional de suas vidas com os outros membros do corpo de Cristo”.
SINOPSE DO TÓPICO I
A comunhão dos santos é o vínculo espiritual e social estabelecido pelo Espírito Santo entre os que recebem a Cristo como Salvador.
SINOPSE DO TÓPICO II
A comunhão dos santos é uma doutrina ensinada no Antigo e Novo Testamento, não sendo mera definição, mas doutrina e teologia.
SINOPSE DO TÓPICO III
A “comunidade de bens” era uma prática observada na igreja primitiva que consistia em levar os bens aos apóstolos, a fim de que os repartissem, conforme a necessidade de cada crente.
SINOPSE DO TÓPICO IV
A comunhão dos santos pode ser experimentada através do amor mútuo, da empatia, da ajuda aos santos em suas necessidades e orando uns pelos outros.
CONCLUSÃO
Não pode haver cristianismo sem a comunhão dos santos; esta, além de ser o vínculo da perfeição, torna visível a unidade da fé. Levemos em conta, também, ser a comunhão dos santos a recomendação que nos faz o Senhor Jesus: “Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis” (Jo 13.34).
Atentemos também a esta declaração do pastor e teólogo inglês Matthew Henry: “Não devemos impor nenhuma condição para a aceitação de nossos irmãos, a não ser as que Deus impôs para aceitá-los”.
Tem você mantido comunhão com os santos? Cultive-a, a fim de tornar-se, verdadeiramente, cristão.
EXERCÍCIOS
1. Defina a comunhão dos santos conforme o Dicionário Teológico.
Vínculo espiritual e social estabelecido pelo Espírito Santo entre os que recebem a Cristo como o seu Único e Suficiente Salvador.
2. Cite dois textos bíblicos que ordenam a comunhão entre os israelitas.
Lv 19.18; 25.36.
3. Transcreva e medite no texto de Colossenses 3.14.
(Livre).
4. O que é a “comunidade de bens”?
Prática observada nos primeiros dias da Igreja, quando os crentes, premidos pelo amor de Deus, “vendiam suas propriedades e fazendas e repartiam com todos, segundo cada um tinha necessidade” (At 2.45).
5. Como podemos viver a comunhão dos santos?
Por meio do amor mútuo, da empatia, da ajuda aos santos em suas necessidades e orando uns pelos outros.
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO
Subsídio Devocional
“Igreja: lugar de vida
A igreja primitiva transmitia vida pela unidade. Havia um só propósito, um só alvo, uma só determinação, muito amor por Jesus e uns pelos outros. A obra de Deus era a prioridade número um na vida daquela Igreja. Todos buscavam o interesse de Jesus e do seu trabalho, e isso era percebido por todos. Aquela Igreja era viva e transmitia vida de tal forma que as multidões afluíam a ela (At 2.44; 4.32; 5.12).
Transmitia vida pela comunhão. Aquela Igreja possuía uma profunda comunhão com Deus e uns com os outros (At 4.32). Isso fazia daquela comunidade o lugar mais agradável do mundo, pois o amor era o sentimento mais forte nas relações entre os irmãos. A comunhão e o amor eram tão fortes que os irmãos vendiam suas propriedades e entregavam o dinheiro aos apóstolos. O respeito era grande entre eles […]”.
(FERREIRA, I. A. Igreja: lugar de soluções. RJ: CPAD, 2001, pp.28.)
APLICAÇÃO PESSOAL
Digno de duplicada honra, diz a Bíblia, são “os que trabalham na palavra e na doutrina” (1Tm 5.17). O verbo “trabalhar”, do grego kopiaō , tem o sentido de “trabalho que conduz à exaustão”. Os líderes da igreja não devem apenas ocupar-se com a liderança da comunidade cristã, mas “esforçarem-se arduamente” na Palavra ( logos ) e no ensino ( didaskalia ). O dom de ensino não exclui o esforço e a dedicação pessoal ao ministério. Portanto, a Bíblia admoesta o professor a se dedicar ao ministério do ensino, mesmo que para isso ele seja levado à exaustão. Didaskalia refere-se tanto ao ensino sistemático das doutrinas e verdades bíblicas, quanto às técnicas envolvidas na transmissão do ensino e o trabalho que advém desta nobre tarefa.
Ajude-nos a divulgar compartilhando com os irmãos da sua igreja!