Gálatas 2.
Na carta aos Gálatas, Paulo defende a pureza do evangelho da graça contra o legalismo judaico. Muitos judeus cristãos estavam exigindo que os gentios se circuncidassem para serem salvos. Paulo responde com firmeza, mostrando que a salvação é pela fé em Jesus Cristo, e não por obras da Lei.
Tito era um cristão grego convertido, um dos companheiros mais próximos de Paulo. Sua presença em Jerusalém foi estratégica. Paulo o levou como exemplo vivo da obra de Deus entre os gentios, sem as práticas da Lei mosaica. Tito era salvo, cheio do Espírito, e ainda assim incircunciso — provando que a fé era suficiente.
A circuncisão era o sinal da aliança judaica, mas com a vinda de Cristo, a nova aliança foi estabelecida pela fé e não por rituais. Paulo não permitiu que Tito fosse circuncidado para não ceder aos falsos irmãos infiltrados, que tentavam impor regras humanas à salvação. Assim, Paulo protegeu a liberdade cristã.
Ao dizer que Tito não foi "constrangido", Paulo mostra que a decisão foi intencional: ele resistiu à pressão religiosa. Isso ensina que o evangelho verdadeiro precisa ser defendido contra qualquer tipo de acréscimo legalista. Não é necessário fazer obras da lei para ser aceito por Deus — apenas crer em Cristo.
A salvação não depende de tradições religiosas, mas da fé em Jesus.
Devemos rejeitar qualquer imposição humana que comprometa a liberdade em Cristo.
Como Paulo, precisamos discernir quando algo ameaça a verdade do evangelho.
Tito, sendo grego e não circuncidado, tornou-se um símbolo da liberdade que temos em Cristo. A salvação é pela fé, sem rituais ou tradições da Lei. Em Gálatas 2.3, aprendemos que não devemos permitir que regras humanas limitem o poder da graça de Deus.