124 Benigna luz
Benigna luz, os passos vacilantes
Me vem guiar!
É noite escura, e vejo os céus distantes,
Meu doce lar.
Não peço ver da estrada as longes cenas;
Oh! Basta um passo, um passo mais, apenas.
Nem sempre humilde supliquei outrora
A tua luz,
Porém minha alma o teu perdão implora,
Ó meu Jesus!
O orgulho vão minha alma endurecia;
Oh! Dá-me aqui visão de um novo dia.
O teu poder conduzirá seguro
Meu caminhar
Descansarei, vencido o trilho escuro,
No doce lar.
Ali verei, na luz da eterna aurora,
A tua face que não vejo agora. Amém.
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