E sta dispensaçào começou com a morte e ressurreição
de nosso Senhor Jesus Cristo e term inará em plenitude
com o arrebatam ento da Igreja; porém, oficialmente falando.
seus efeitos continuarão até Apocalipse 8.1-4.
Nesta dispensaçào contamos também com a nova
aliança no sangue de Cristo. Tal qual Moisés foi mediador
da aliança mosaica, assim Cristo é M ediador da nova
aliança (Hb 8.6; 9.15; 12.24). Com a vinda de Cristo, a velha
aliança, a mosaica, terminou, como Paulo afirma em
Romanos 10.4; G álatas 3.19. N esta dispensaçào e aliança,
há um peso de promessas e glórias.
Existe, portanto, contraste entre a dispensaçào da lei
e da graça: A graça de Deus em Jesus Cristo encontra os
pecadores e os justifica – perdão dos pecados – justificação,
redenção (Cl 2.13). Para este alvo Jesus Cristo deu sua
vida (2 Co 8.9; 1 T m 1.14). A graça, neste sentido, é mais
freqüentemente mencionada em oposição a outro meio de
salvação: a circuncisão e a observação da própria lei ( At
15.11 e ss). as obras da lei (Rm 11.6).
Neste sentido, porém, a graça não anulou a Lei, mas
antes, cumpriu-a.
Os mandamentos, com exceção do quarto, 0 sábado,
foram repetidos na nova aliança do Evangelho, da seguinte
maneira: l 1־) M t 4.10); 2׳) <Jo 5.21); 3? (M t 5.34-37).
O sábado é mecencionado nos atos somente com referência
aos judeus, e no resto do Novo T estam ento só duas
vezes como citações e não como observação. (Cl 2.16; H b
4.4): portanto, o quarto não consta (Rm 14.5); 5■ (Ef 6.1);
6″ (G1 5.21): 7״) G1 5.19); 8‘·׳) Ef 4.28); 9″ (Ef 4.25); 10? (Ef
5.3).

 

fonte: Escatologia Severino Pedro da Silva

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