O Senhor Jesus é-nos o paradigma em todos os dons ministeriais. Ele
é o Apóstolo da nossa confissão (Hb 3.1), o maior Profeta (Hb 1.1; Mt
13.57; 23.37; Lc 13.33), o Evangelista (Lc 4.18), o Sumo Pastor (Jo 10.11;
Hb 13.20; 1 Pe 2.25) e o Doutor (Jo 3.2; 13.13; Mt 23.10). E, sendo o maior
em tudo, tornou-se Servo. Por quê? Para dar-nos o exemplo (Jo 13.1-15). Ele
veio ao mundo como Servo (Is 42.1; Jo 1.1-5,14; Fp 2.5-11; Mc 10.43-45).
Isso que é exemplo! E é Ele a quem devemos imitar, se de fato
desejamos ser pregadores do evangelho, honrando à chamada que dEle
recebemos. Para sermos bem-sucedidos, temos de nos revestir do Senhor
Jesus Cristo (Rm 13.11). O que é isso? É recebê-lo e considerá-lo como
Senhor, Jesus (Salvador) e Cristo. Muitos o têm apenas como Salvador. Que
cada pregador não se considere apenas amigo do Mestre (Jo 15.14,15;
12.26), mas servo, obedecendo àquEle que o chamou (Mt 10.24,25).
Nenhum de nós será julgado ou receberá galardão por títulos que
temos neste mundo, como “conferencista internacional” ou “maior
evangelista do século”. Não, não. Seremos julgados como servos, no
Tribunal de Cristo (Mt 25.14-30; 2 Co 5.10). E que tipo de servo tem sido
você? Bom ou mau? Útil ou inútil? Fiel ou infiel?
O apóstolo Paulo aconselhou o jovem pregador Timóteo a viver e
pregar a Palavra à luz do julgamento iminente: “Conjuro-te, pois, diante de
Deus e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua
vinda e no seu Reino, que pregues a palavra…” (2 Tm 4.1,2). Ou seja,
Timóteo precisava se lembrar de que era, antes de tudo, um servo de Deus,
que devia se preocupar com o que o Senhor, o Justo Juiz, pensava a respeito
de seu ministério, e não com os homens.

 

fonte: Mais Erros que os Pregadores Devem Evitar – Ciro Sanches Zibordi

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