É a religião mais antiga do Japão. Originalmente, não tinha nome, nem doutrinas, nem dogmas.
Era apenas um conjunto de ritos e mitos que explicava a origem do mundo, do Japão e da família
imperial. Os protagonistas desses mitos eram os kamis que, segundo é ensinado nesta religião,
eram deuses ou energias divinas que habitam todas as coisas e sucedem-se por gerações,
desde a criação do mundo. Por esse motivo, assemelha-se ao animism o.
Seu nome vem de Xintó, que significa: “Caminho dos deuses”.
Como se pode perceber, o xintoísmo é um sistema religioso politeísta extremamente arraigado
na cultura japonesa. Dispõe de diversas festividades, períodos em que são oferecidos sacrifícios,
alimentos e flores aos deuses (kamis). Essas cerimônias, realizadas em templos construídos para
esse objetivo, são mediadas por u m sacerdócio estabelecido para efetuar rituais de purificação. Segundo
a tradição, estes templos precisam ser reconstruídos a cada vinte anos. Também é bastante
com um a realização de procissões, quando estátuas de alguns deuses são levadas pelas ruas.
Trata-se de uma religião praticada de forma doméstica e variada. Não importa se em um jardim
, em um templo, em uma gruta ou até mesm o em sua própria casa, as pessoas erguem santu ­
ários para as divindades.
As crenças, orações e rituais xintoístas foram transmitidos oralmente e copilados em três
volumes denominados:
• Kojiki, concluído em 712 d.C.
• Nihongi, concluído em 720 d.C.
• Yengishiki, concluído no século 10.
Atualmente, mais de 100 milhões de japoneses têm contato com alguma das treze principais
seitas xintoístas. Existem mais de 185 mil sacerdotes e cerca de 80 mil santuários.

FONTE: APOLOGETICA ICP

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