Nesses últimos dias, muitas verdades da Palavra de Deus vêm sendo
abandonadas, enquanto outras, conquanto extrabíblicas, apresentadas como
verdadeiras. É o caso do pensamento, que a cada dia ganha novos adeptos,
de que o dízimo é coisa do passado.
Não é só o Antigo Testamento que apresenta o dízimo como uma
obrigação do crente, conquanto este não contribua por obrigação, e sim
espontaneamente (Ml 3.8-10). Jesus referiu-se ao dízimo, quando disse aos
fariseus: “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Pois que dais o dízimo
da hortelã, do endro e do cominho e desprezais o mais importante da lei, o
juízo, a misericórdia e a fé; deveis, porém, fazer essas coisas e não omitir
aquelas” (Mt 23.23).
Alguém argumentará: “De acordo com a Hermenêutica, um único
versículo não pode servir de base para uma doutrina”. Bem, procura-se quem
inventou essa falácia! Com certeza, não foi um professor de Hermenêutica
temente a Deus quem fez essa equivocada afirmação. Afinal, o que o Senhor
disse é verdade. É ponto final. Se Ele disse que é dever valorizar o mais
importante da lei, o juízo, a misericórdia, a fé e o dízimo, cabe a nós atentar
para isso, e não para os que não querem andar segundo as Escrituras.

 

fonte: Mais Erros que os Pregadores Devem Evitar – Ciro Sanches Zibordi

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