Bryan Chapell disse: “Nestas duas últimas gerações, o sermão
expositivo tem sido estigmatizado (nem sempre injustamente) como
representante de um estilo de pregação que se degenera em recitações
estéreis de trivialidades bíblicas ou que indevidamente faz defesas
dogmáticas de características doutrinárias distantes da vida comum”
(Pregação Cristocêntrica, Editora Cultura Cristã, p.9).
Numa época em que os animadores de auditório têm roubado a cena,
por que alguém escreveria sobre a pregação expositiva? Afinal, se para os
super-pregadores da atualidade não se aplica o princípio do começo-meio-efim,
o que se dirá das pregações expositivo-temático-textuais? Que sentido
têm as três modalidades gerais de exposição para quem, depois de ler uma
passagem bíblica, faz uns gracejos, berra, conta casos e testemunhos
duvidosos, além de mandar as pessoas dizerem isso e aquilo?
Bem, mesmo sabendo que o meu trabalho pode ser o de tirar água do
oceano com uma canequinha, vou continuar fazendo a minha parte. Não
aceito os referenciais de pregadores e pregações que ora prevalecem em
nosso meio. Prefiro seguir aos exemplos das Escrituras. Olhando para eles,
ainda consigo ver uma luz no fim do túnel. Sim, ainda há e haverá
pregadores que expõem a Palavra de Deus. E, para esses, com certeza, é útil
o conhecimento dos tipos gerais de exposição da Palavra de Deus

 

fonte: Mais Erros que os Pregadores Devem Evitar – Ciro Sanches Zibordi

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