Os atentados de 11 de setembro de 2001, principalmente o que
destruiu o World Trade Center, em Nova York, Estados Unidos,
também motivados pelos conflitos árabe-israelense e
israelo-pa-lestino, jamais serão esquecidos. Na manhã de 11 de
setembro de 2001, dezenove terroristas islâmicos embarcaram em
quatro voos domésticos na costa leste americana para
promoverem atentados contra edificações em Washington e Nova
York. O ataque ocorreu na manhã daquele dia, atingindo as duas
torres do maior conjunto comercial do mundo. Elas vieram abaixo
algumas horas depois de terem sido atingidas por duas aeronaves
comerciais (Boeing 767), oriundas de Boston.
Outra aeronave, um Boeing 757, que havia decolado de Washington,
D.C., com destino a lx>s Angeles, atingiu o prédio do
Pentágono, destruindo parte do conjunto. Muitos funcionários

do governo federal norte-americano perderam as suas vidas. Um
quarto Boeing (modelo 757), que partira de Newark, Nova Jersey,
com destino a São Francisco, acabou caindo em Shanksville, a 130
quilómetros ao sul de Pittsburgh, na Pensilvânia.
Tudo foi planejado fria e detalhadamente pelos terroristas, a fim
de que os dois prédios principais do World Trade Center, com 110
andares cada um (mais de 400 metros de altura), viessem abaixo.
Como eles abrigavam escritórios de centenas de empresas, de 25
países, cerca de cinquenta mil pessoas trabalhavam ali. Além disso,
havia seis subsolos, com um centro comercial, estacionamento
para dois mil carros e acesso para o metro.
Os conspiracionistas insistem na ideia absurda de que os pró­
prios Estados Unidos ordenaram os atentados, obedecendo à ordem
dos bilderbergs. Mas há muitas provas de que os quatro sequestros
simultâneos foram planejados por terroristas árabes, a
mando de Osama bin Laden, morto em 2011, no Paquistão. Como
se sabe, as Torres Gémeas foram construídas para resistir ao impacto
de um Boeing 727. E os terroristas — que sabiam o que
estavam fazendo — usaram os modelos 757 e 767.
É claro que os prédios não caíram apenas por causa dos aviões.
As imagens mostram que eles entraram pelas janelas, numa manobra
que revelou a enorme perícia dos pilotos. O modo como os
terroristas acertaram as torres indicam que o planejamento do ataque
foi minucioso. Acima de oitocentos quilómetros por hora, um
grande avião empurra uma grande quantidade de ar à sua frente, a
ponto de ser impossível acertar em cheio um paredão. Por isso, os
pilotos voaram a 450 quilómetros por hora e optaram pela
traje-tória curva, ao atingir o alvo.
No caso do Pentágono, em que não há imagens do momento do
impacto, nota-se como o ataque foi pormenorizadamente planejado.
Os pilotos mostraram possuir conhecimento e habilidade de
quem passou muito tempo treinando em simuladores de voo. Eles,
inclusive, mantiveram desligados os transponders, equipamentos
que emitem sinais eletrônicos sobre a localização das aeronaves.
Como queriam publicidade máxima, eles ordenaram que passageiros
ligassem para parentes e avisassem dos sequestros.

 

fonte: Erros Escatológicos que os Pregadores Devem Evitar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *