No livro de Salmos, principal referencial das Escrituras sobre música
e louvor, os salmistas, em suas composições, seguem, grosso modo, a uma
das premissas abaixo:
1) Dirigem palavras de louvor ou oração diretamente a Deus (3.7; 6.1; 7.1;
9.1; 30.1, etc).
2) Falam de si mesmos, mas em relação à grandeza do Senhor (18.2; 23.1;
42.1; 73.2,23; 103.1; 104.1, etc).
3) Mencionam a magnificência do Criador (19.1; 24.1, etc).
4) Estimulam todos a louvarem ao Senhor (95.1; 107.1; 112.1; 113.1, etc).
5) Mencionam as bem-aventuranças que existem para o justo, em contraste
com o ímpio (1.1,2; 36.1, etc).
As canções tidas como hinos não cumprem nenhuma das proposições
acima. Não exaltam a Deus de forma alguma. São voltadas para o ser
humano, com elogios e mensagens triunfalistas, do tipo auto-ajuda barata.
Outro problema é que algumas letras desses “hinos” até mencionam o
Senhor, porém o apresentam como um ser mitológico ou um super-herói.
Prova disso é uma canção muito entoada pelos jovens cuja letra nos leva a
pensar no Robocop: “Braço de ferro, punho de aço…”
São insuportáveis as canções com mensagens mais ou menos assim:
“Você é ungido, escolhido, …ido, …ido e …ido”.
Observe que é o ser humano quem recebe todos os elogios e palavras
de ânimo. Podemos chamar isso de louvor a Deus? É claro que não. Mas,
sabe o que está em voga no momento?
Compor para o Diabo…

 

fonte: Mais Erros que os Pregadores Devem Evitar – Ciro Sanches Zibordi

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