Em Mateus 24.10 (ARA), depois de ter mencionado falsos cristos,
guerras e rumores de guerras, fomes, pestes, terremotos e perseguições
(vv. 5-9), o Senhor afirmou: “Nesse tempo, muitos hão
de se escandalizar, trair e odiar uns aos outros”. Segundo o Dicionário
Houaiss, o termo “escândalo” significa: “fato ou acontecimento
que contraria e ofende sentimentos, crenças ou convenções
morais, sociais ou religiosas estabelecidas; indignação, perplexidade
ou sentimento de revolta provocados por ato que viola convenções
morais e regras de decoro”. Não é exatamente isso que ora
ocorre no mundo?
Ao lado do escândalo, está a traição em grande escala:
“trair-se-ão uns aos outros”. Isso denota que a traição se torna, a
cada dia, um sentimento presente no casamento, na sociedade,
entre os que se dizem amigos, etc. O pensamento de que é preciso
“puxar o tapete” de alguém para crescer nas empresas é comum,
nesses tempos pós-modernos. Quanto a isso, a Palavra de Deus
assevera: “os homens maus e enganadores irão de mal para pior,
enganando e sendo enganados” (2 Tm 3.13), enfatizando que o
sinal em apreço continuará se cumprindo, não apenas nesses
tempos que antecedem o Arrebatamento, mas até a manifestação
do Senhor.
Jesus também falou de ódio generalizado: “uns aos outros se
aborrecerão”. E o sentido de odiar ou aborrecer, na passagem em
apreço, é o de alimentar sentimentos maldosos e injustificáveis
para com o próximo. Faz-se necessário observar a advertência da
Palavra de Deus em 1 João 3.15, a fim de que tal sentimento não
encontre lugar entre os salvos em Cristo: “Qualquer que aborrece
a seu irmão é homicida. E vós sabeis que nenhum homicida tem
permanente nele a vida eterna”.
Ninguém está autorizado por Deus a determinar o dia em que o
Senhor Jesus voltará para levar os salvos às moradas celestiais (At
1.7; Mt 24.42-44), desencadeando uma série de eventos
escatoló-gicos. Mas os sinais indicadores da sua volta nos
estimulam a permanecermos vigilantes até a nossa reunião com
Ele (Mt 25.1-13), pois sabemos que as suas palavras jamais
passarão (Mc 13.31).

 

fonte: Erros Escatológicos que os Pregadores Devem Evitar

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