Uns dizem “reteté”, e outros, “repleplé”. Ninguém sabe ao certo o que
significam essas expressões onomatopaicas — que devem ter se originado de
uma brincadeira de péssimo gosto com as línguas estranhas —, usadas para
identificar pretensos cultos pentecostais. Isso mesmo, pois, nos cultos
genuinamente pentecostais, há exposição bíblica e manifestação do poder de
Deus, e não brincadeiras com os dons espirituais e mau uso deles.
O termo “reteté” não consta de dicionários oficiais; é um neologismo.
Mas há quem diga que teve origem no italiano; relacionado com a culinária,
significaria: “mistura”, “movimento”, “reboliço”, “festa”, “aquilo que foge da
normalidade”, etc. O certo é que essa expressão esdrúxula faz o maior
sucesso no meio dito pentecostal. E ai daqueles que falam alguma coisa
contra isso! São taxados de frios e inimigos do “mover de Deus”.
Mas, quer saber de uma coisa? Está na hora de darmos uma basta
nessas efemeridades e brincadeiras na casa de Deus!
De onde tiraram essa idéia de que um culto só é pentecostal se pessoas
marcharem, pularem, contorcerem-se ou caírem? Que negócio é esse de os
crentes ficarem rodopiando pra lá e pra cá? E os servos de Deus que estudam
as Escrituras, oram, jejuam, evangelizam e se santificam? São eles inferiores
aos crentes do reteté em razão de não tomarem parte em seus reboliços?

 

fonte: Mais Erros que os Pregadores Devem Evitar – Ciro Sanches Zibordi

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