Muitos também — ignorando que a Bíblia é a nossa regra de fé, de
prática e de vida — querem agir por conta própria quanto à unção com óleo,
aplicando-a de modo indiscriminado.
Não obstante, somente o ministério está autorizado a ungir os
enfermos. Tiago, ao mencionar presbíteros, referiu-se aos ministros
chamados por Deus, vedando essa prática a diáconos, cooperadores e
membros (cf. Tg 5.14; Mc 6.13).
Certos pregadores têm afirmado que é preciso ungir casas, carros e até
cidades para que tenhamos a bênção de Deus. Um deles conta que, ao ter
chegado a uma cidade, como nenhuma alma se entregava a Jesus, Deus lhe
revelou uma nova estratégia de evangelização — percorrer a cidade inteira
de carro, derramando azeite por onde passasse. Haja azeite! Se essa é a
solução, como ungir uma cidade grande como o Rio de Janeiro?! E se
alguém resolver ungir todo o Brasil?!
Há algum tempo, seguidores de um grupo “evangélico” resolveram,
numa “atitude profética”, escalar e ungir o pico Dedo de Deus, na região
serrana do Rio de Janeiro. Outros enterram garrafas ou latas de azeite em
montes, a fim de tornar o produto da oliveira “poderoso”. Depois, o
empregam em suas campanhas para ungir casas, carros, carteiras de trabalho,
etc. Ungem até os enfermos no local da enfermidade!

 

fonte: Mais Erros que os Pregadores Devem Evitar – Ciro Sanches Zibordi

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