O Arrebatamento da Igreja é um glorioso evento, esperado com
muita ansiedade pelos servos do Senhor. As Escrituras asseveram
que Deus “que quer que todos se salvem e venham ao conhecimento
da verdade” (1 Tm 2.4). Mas muitas pessoas, depois de salvas,
não buscam crescer na graça e no conhecimento do Senhor Jesus
(2 Pe 3.18) e acabam se desviando do alvo (Fp 3.13,14). Não podemos
esperar que um cristão assim, de vida estacionária, pense na
Segunda Vinda, não é mesmo?
Mas o seguidor de Cristo fiel crê plenamente na promessa “virei
outra vez” (Jo 14.3), reiterada pelo Senhor em Apocalipse 22.20:
“Certamente, cedo venho”. Isso já seria suficiente para ninguém
duvidar de que o Arrebatamento verdadeiramente acontecerá. Não
obstante, há outras razões por que não temos nenhuma dúvida de
que brevemente “o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e
com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram

em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos,
seremos arrebatados juntamente com eles” (1 Ts 4.16,17).
O principal escritor do Novo Testamento, o apóstolo Paulo,
garantiu que o Arrebatamento da Igreja acontecerá. Autor de pelo
menos treze epístolas, ele asseverou que nem todos os salvos morrerão,
porém todos serão transformados, instantaneamente, num
abrir e fechar de olhos, ao som da última trombeta (1 Co 15.51,52).
Ele afirmou, ainda, que a nossa cidade está nos Céus (Fp 3.20,21).
E também disse que devemos participar da Ceia do Senhor até que
Ele venha nos buscar (1 Co 11.26).
Pedro (2 Pe 3.10); João (1 Jo 2.28; 3.1-3); os irmãos do Senhor:
Judas (v. 14) e Tiago (5.8); e o desconhecido autor de Hebreus
(9.28) tinham certeza de que o Senhor Jesus cumpriria a promessa:
“virei outra vez”. Afinal, Ele já cumpriu o que dissera sobre a
sua ressurreição (Jo 2.19-21). Embora não dispusessem da mesma
compreensão que nós temos acerca da Segunda Vinda, eles criam
que o Arrebatamento poderia acontecer a qualquer momento. E
que desculpa temos nós para ignorar ou menosprezar esse glorioso
acontecimento?
Os profetas dos tempos veterotestamentários, a despeito de não
conhecerem os pormenores da escatologia — posto que não dispunham,
à época, do Livro completo —, também vaticinaram que
o Senhor voltará. Daniel viu o Filho do Homem vindo nas nuvens
(7.13). Zacarias fez menção da Manifestação de Cristo, em poder
e grande glória (14.4). E Malaquias profetizou: “quem suportará o
dia da sua vinda? E quem subsistirá, quando ele aparecer? Porque
ele será como o fogo do ourives e como o sabão dos lavandeiros”
(3.2).
É claro que as palavras de Cristo não precisam de corroboração
angelical ou humana. Se Ele mesmo disse: “virei outra vez” e “Certamente,
cedo venho”, não há necessidade de outras confirmações.
Entretanto, os anjos também garantiram que Ele voltará!
Lembra-se da narrativa bíblica da ascensão de Cristo? Diz a
Palavra do Senhor que dois varões vestidos de branco se puseram
em pé junto aos discípulos e disseram: “Esse Jesus que dentre vós
foi assunto ao céu virá do modo como o vistes ir” (At 1.11, ARA).

 

fonte: Erros Escatológicos que os Pregadores Devem Evitar

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