No mundo há belas cidades, consideradas maravilhosas, como
Paris, Nova York, Londres, Berlim, Veneza, Roma, Sydney, Praga,
Lisboa, Amsterdã, Florença, Budapeste, Quebec, Rio de Janeiro,
Buenos Aires, etc. Entretanto, só existe um lugar que pode, de fato,
ser chamado de a Cidade Maravilhosa: é a Morada Celestial, mencionada
pelo Senhor Jesus em João 14.1-3.
Há alguns anos, voltando da Alemanha, tive o privilégio de conhecer
a bela cidade de Paris, na França. No aeroporto Charles De
Gaulle, pedi a um taxista que me levasse à Torre Eiffel, um lugar
que eu sempre desejei visitar. Fiquei deslumbrado com a exuberância
daquele colossal monumento, com os seus 321 metros de
altura (quase dez vezes maior que o Cristo Redentor, que possui
“apenas” 38 metros). Eu teria na noite daquele dia um voo para o
Arrebatamento: Utopia ou Realidade?
Rio de Janeiro. Mas nem pensei nisso. Entrei na enorme fila para
subir ao topo da mais famosa torre do mundo.
A Torre Eiffel foi erigida como uma atração decorativa e provisória,
para a Exposição Universal de Paris, em 1889! E ela só não
foi demolida porque, na condição de estrutura mais alta da Europa,
à época, foi útil para a instalação de antenas de rádio. Se dependesse
da opinião dos parisienses, a torre teria sido desmontada.
A maioria da população considerava que ela enfeava os principais
monumentos da cidade, como o Arco do Triunfo, etc.
Que sensação maravilhosa ao chegar ao topo! Lá de cima, do
ponto mais alto da Torre Eiffel, avistei o Campo de Marte, o Rio
Sena, o Arco do Triunfo, a Champs Elysées, etc. Não é por acaso
que Patrícia Schultz, em 1.000 Lugares para Conhecer Antes de
Morrer (Sextante), afirmou: “Paris alimenta nossos sentidos, nutrindo
tanto o intelecto quanto a alma”. A despeito de a capital da
França ser muito mais linda, romântica e impressionante do que
eu imaginava, é muito inferior à Cidade Maravilhosa preparada
para os salvos em Cristo (Fp 3.20,21).
Aproximava-se o momento da crucificação, e os discípulos do
Senhor Jesus estavam aflitos, angustiados, sabendo que o Mestre
seria morto. Mas Ele os incentivou a confiarem, não somente no
Deus Pai, mas também no Deus Filho: “credes em Deus, crede também
em mim” (Jo 14.1). Isso mostra que a deidade não é uma
única pessoa que se manifesta com nomes ou títulos diferentes,
como asseveram os unicistas, ignorando a tripessoalidade do Deus
trino (v.16).
Depois de animar os seus discípulos, o Senhor Jesus lhes deu
uma garantia: “virei outra vez e vos levarei para mim mesmo, para
que, onde eu estiver, estejais vós também” (Jo 14.3). Eis aqui a
promessa do Arrebatamento, feita pelo próprio Arrebatador! E Ele
dirigiu essas palavras de esperança exclusivamente à sua Igreja, ali
representada pelos doze apóstolos que iniciaram o cristianismo.
Em Lucas 21.36 (ARA), está escrito: “Vigiai, pois, a todo tempo,
orando, para que possais escapar de todas estas cousas que
têm de suceder e estar em pé na presença do Filho do homem”. O
Arrebatamento é o escape que o Senhor propiciou à sua Igreja. E

esse acontecimento desencadeará uma série de eventos escatoló­
gicos, que hão de ocorrer conforme a soberana vontade de Deus
(Is 46.9,10), “segundo o eterno propósito que fez em Cristo Jesus,
nosso Senhor” (Ef 3.11).
A Bíblia apresenta detalhes dessas “cousas que têm de suceder”?
Não seria presunção de nossa parte acreditar que podemos
conhecer a sequência de tais acontecimentos? De modo nenhum.
Mas devemos respeitar o princípio bíblico de não ir além do que
está escrito na Palavra de Deus (1 Co 4.6). Aliás, a grande tentação
para quem estuda acerca do futuro glorioso da Igreja é deixar-se
seduzir por especulações que não levam a lugar algum.
Em 2 Timóteo 4.7,8 está escrito que o Senhor galardoará com a
coroa da vida os seus servos que amam a sua vinda. E o cristão sincero,
que preza as Escrituras, não somente aguarda com ansiedade
a Segunda Vinda, como também a ama. Ele tem a certeza de que o
Senhor “aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam
para a salvação” (Hb 9.28).

 

fonte: Erros Escatológicos que os Pregadores Devem Evitar

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