Essa frase gera na mente da criança uma imagem
distorcida de Deus. Ela tenderá a imaginar um Deus irado,
vingativo e mal-humorado, sempre com o dedo em riste para
condená-la por pequenos erros. Jesus, no entanto, disse:
Deixai vir a mim os pequeninos, porque dos tais é o Reino de
Deus (Mt 19:14). Ele também declarou: Os sãos não precisam
de médico, e sim os doentes (Mc 2:17). E quanto a todas
aquelas afirmações de que Deus é amor? Por exemplo, em
João 3:16 está escrito que Deus amou o mundo de tal maneira
que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele
crê não pereça, mas tenha a vida eterna e Romanos 5:8 diz
que Deus prova o Seu amor para conosco em que Cristo
morreu por nós, sendo nós ainda pecadores. Com certeza,
apresentar Deus daquela maneira a uma criança não é a coisa
mais sábia a fazer.

Consequências
À medida que cresce, a criança vai perdendo o desejo
de se relacionar com Deus. Muitos se tornaram céticos e até
mesmo ateus por causa das afirmações que ouviram a respeito
de Deus. Karl Max, Charles Darwin e outros ateus famosos
eram filhos de pais cristãos que lhes apresentaram um Deus
irado e vingativo.

O que dizer?
Sempre que seu filho fizer algo errado, em vez de
apresentar Deus como carrasco diga o seguinte: “O que você
está fazendo é errado. Precisamos conversar sobre isso.
Existem regras aqui, e você as conhece. Uma criança
inteligente como você já tem idade para saber que isso não é
bom. Se repetir, terá de sofrer as consequências”.
Se ele reincidir, aplique o castigo que prometeu. A
criança precisa de ordem para organizar seu mundo interno e
se sentir segura. Os pais têm a obrigação de impor limites aos
filhos.

FONTE: 50 Coisas que os pais nunca
devem dizer aos filhos

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