3º Trimestre de 2015

 

Data: 19 de Julho de 2015

TEXTO DO DIA

“E, quando ouvirdes de guerras e sedições, não vos assusteis. Porque é necessário que isso aconteça primeiro, mas o fim não será logo” (Lc 21.9).

SÍNTESE

O terrorismo, como qualquer outro mal, revela o que há no coração da humanidade, que não conhece a paz que a Igreja já desfruta em Cristo Jesus.

AGENDA DE LEITURA

SEGUNDA — Gn 4.8

O primeiro homicídio

TERÇA — Gn 6.11

A terra cheia de violência

QUARTA — Gn 14.1-11

Guerra de quatro reis contra cinco

QUINTA — Dt 20.10; Lc 14.32

O acordo de paz evita a guerra

SEXTA — 1Cr 22.7-10

Por causa das guerras, Davi não pôde construir o Templo

SÁBADO — Mt 15.19; Tg 4.1

As guerras nascem no coração

OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:

EXPLICAR o que seria a síndrome da onipotência humana;
DEFINIR terrorismo;
CONSCIENTIZAR a respeito do fundamentalismo e da intolerância propagados pelo terrorismo.

INTERAÇÃO

Inicie a aula pedindo que os alunos citem algum atentado terrorista ocorrido recentemente (ataque à sede do jornal Charlie Hebdo em Paris. Doze pessoas morreram neste atentado). A medida que eles forem citando, vá relacionando no quadro. Depois de ouvir com atenção os alunos, explique que a Palavra de Deus já nos alerta para os perigos do nosso tempo. As Escrituras Sagradas falam de “tempos trabalhosos” (2Tm 3.1).

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Para introduzir o segundo tópico da lição sugerimos que você reproduza o quadro abaixo. Inicie o tópico escrevendo no quadro a seguinte indagação: “O que é terrorismo?”. Ouça os alunos com atenção e em seguida leia, juntamente com eles, a definição do autor: “Terrorismo é toda e qualquer forma de infundir terror a um povo, seja através da violência física ou simbólica, visando exprimir uma represália ao seu sistema de governo, a uma ideologia, a um credo religioso, que são considerados intoleráveis”. Em seguida, distribua as cópias e utilize-as para explicar aos alunos que atualmente, segundo os especialistas, existem quatro formas principais de classificar o terrorismo. Conclua lendo com a turma o texto áureo da lição.

1. Terrorismo revolucionário — Este tipo de terrorismo nasceu no início no século XX e foram identificados como guerrilheiros urbanos marxistas.

2. Terrorismo nacionalista — São grupos cujo ideal é formar um Estado-nação dentro de outro já existente, como por exemplo, o grupo terrorista separatista ETA na Espanha (o povo basco vem lutando ao longo dos anos por um território independente dentro da própria Espanha).

3. Terrorismo de estado — De acordo com o mestre em História Leandro Carvalho, é o terrorismo “praticado pelos Estados nacionais. Seus atos integram duas ações: a primeira seria o terrorismo praticado contra a sua própria população. Exemplos; os Estados totalitários Fascistas e Nazistas, a ditadura militar brasileira e a ditadura de Pinochet no Chile. A segunda forma se constituiu como a luta contra a população estrangeira (xenofobismo)”.

4. Terrorismo de organizações criminosas — Como o nome já diz, são atos criminosos. Em geral não existe uma questão ideológica, filosófica, mas a questão principal é o dinheiro. Neste tipo de terrorismo a própria população do país e atingida. Podemos citar como exemplo a máfia italiana e as facções criminosas que se instalaram nos grandes centros urbanos brasileiros.

TEXTO BÍBLICO

Lucas 21.9,10; Gênesis 6.5-7,11,12.

Lucas 21

9 — E, quando ouvirdes de guerras e sedições, não vos assusteis. Porque é necessário que isso aconteça primeiro, mas o fim não será logo.

10 — Então, lhes disse: Levantar-se-á nação contra nação, e reino, contra reino;

Gênesis 6

5 — E viu o SENHOR que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente.

6 — Então, arrependeu-se o SENHOR de haver feito o homem sobre a terra, e pesou-lhe em seu coração.

7 — E disse o SENHOR: Destruirei, de sobre a face da terra, o homem que criei, desde o homem até ao animal, até ao réptil e até à ave dos céus; porque me arrependo de os haver feito.

11 — A terra, porém, estava corrompida diante da face de Deus; e encheu-se a terra de violência.

12 — E viu Deus a terra, e eis que estava corrompida; porque toda carne havia corrompido o seu caminho sobre a terra.

COMENTÁRIO DA LIÇÃO

INTRODUÇÃO

Na aula de hoje, vamos nos debruçar sobre um assunto que, antes dos atentados ocorridos no início deste século, quase não era falado. Após os ataques ao World Trade Center, em Nova York, na manhã de 11 de setembro de 2001, o terrorismo saiu do “anonimato” do Oriente Médio, revelando-se um dos grandes males do recém-iniciado século 21. Quase três mil pessoas perderam a vida, e o mundo despertou para o que se avizinhava no novo século e milênio.

Desde os ataques suicidas do 11 de setembro, o mundo nunca mais foi o mesmo. Pelo fato de a globalização, através de sua ideologia, ter “transformado” o mundo na chamada “aldeia global”, foi possível assistir ao impacto aéreo à torre sul (a segunda a ser atingida), deixando claro que não se tratava de um acidente, mas de um atentado. O mundo inteiro viu as torres desmoronarem diante das câmeras, e, impotentes, vimos o quão frágeis somos. Cumpre-se uma vez mais a Palavra de Deus: “Se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela” (Sl 127.1).

I. A SÍNDROME DA ONIPOTÊNCIA HUMANA

1. “A terra está cheia de violência”. Os problemas globais enfrentados atualmente não podem jamais ser entendidos de forma apenas circunstancial. Eles são fruto da rebelião da criatura contra o Criador, fazendo com que vivamos tomados por uma sensação de onipotência — atributo este exclusivamente divino (Gn 17.1). Tal ambição nos foi apresentada desde o início da existência humana, quando a serpente disse a Eva: “Vocês não morrerão, antes serão como Deus” (Gn 3.4,5). Desde esse tempo, a humanidade, distanciada do Criador, não melhorou (Rm 3.23). Como se pode verificar, a civilização antediluviana corrompeu-se de tal forma, que a terra encheu-se de violência (Gn 6.11). Que contraste com o Reino do Messias, que será caracterizado pelo fato de a terra encher-se do “conhecimento do Senhor” (Hc 2.14).

2. A antiga insanidade humana de guerrear. Do homicídio de Abel até a primeira guerra relatada na Bíblia (Gn 4.8; 14.1-11), vemos que a tendência humana não é produzir paz, mas promover a violência (Gn 6.5). O quanto depender de cada um de nós, devemos envidar todos os esforços para que a paz seja real (Rm 12.18). Porém, a paz tão almejada pela humanidade só será possível quando as armas forem transformadas em enxadas (Mq 4.3).

3. A falência do projeto de paz à parte de Deus. A ambição humana de existir à parte de Deus é antiga (Gn 11.1-9). Sem reconhecer que os nossos melhores esforços não podem gerar a tão sonhada paz, a humanidade já atravessou séculos perseguindo — sem sucesso — o mundo idílico. Infelizmente, o paraíso idealizado pelo homem não pode ser construído e muito menos reconquistado sem que este confesse e reconheça o seu Criador (Gn 3.23,24).

Na Idade Média, por distorcer a mensagem do Evangelho, o homem não alcançou a paz e muito envergonhou o nome de Cristo. Com a chegada da Idade Moderna, o homem, achando-se autossuficiente, acreditou que a razão, divorciada de Deus, proporcionaria um mundo perfeitamente pacífico. Porém, o projeto da modernidade faliu com a ocorrência das duas grandes guerras do século passado.

Neste tempo — equivocadamente chamado de pós-moderno — já não há mais esperança de um mundo melhor, pois tudo é incerto. Diante dessa constatação, é preciso reconhecer que Jesus Cristo não prometeu um “mar de rosas”; ao contrário, Ele disse que enquanto aqui estivermos teremos “aflições” (Jo 16.33). Além disso, a paz oferecida por Cristo é diferente da do “mundo”, pois está fundamentada nEle e em seu Evangelho, e não em circunstâncias (Jo 14.27; 16.33).

Pense!

É possível, â parte de Deus, construir um mundo melhor e sem guerras pelo poder?

Ponto Importante

Apesar de sabermos que o mundo perfeito só será possível com a intervenção do Criador, isso não significa que não devemos atuar em todas as áreas da forma mais competente possível.

II. O TERRORISMO “INAUGURA” O SÉCULO 21

1. Definindo o terrorismo. É considerado terrorismo toda e qualquer forma de infundir terror a um povo, por meio da violência física ou simbólica, visando exprimir uma represália ao seu sistema de governo, ideologia ou credo religioso.

A expressão, que parece ter surgido no século 18, tornou-se conhecida a partir da década de 80 do século passado. Apesar de todo esse tempo, após o 11 de setembro a expressão foi popularizada e até mesmo as crianças já a ouviram.

2. O terrorismo sai do anonimato. O terrorismo visto como ação isolada e excêntrica, de uma hora para outra, mostrou-se como algo meticuloso, planejado e extremamente ameaçador. Os jovens que protagonizaram os ataques ao World Trade Center não estavam fortemente armados; como que por ironia, levavam apenas alguns canivetes e punhais. O que os motivou e deu-lhes coragem foi uma ideologia intolerante e belicosa, aliada a estratégias diabolicamente pensadas. De notícias periféricas que falavam sobre ataques a embaixadas, o terrorismo assumiu a atenção midiática, configurando-se como um dos temas mais explorados em todo o mundo desde então.

3. O mundo em alerta. Com métodos cada vez mais sofisticados, os ataques terroristas estão cada vez mais presentes e ousados. Se a nação mais poderosa do planeta não ficou imune a ataques suicidas, que se dirá das demais? Há uma tensão generalizada, sobretudo em aeroportos, pois o que restava da utopia de um mundo mais racional e seguro foi definitivamente sepultado no início do presente século. A sonhada “aldeia global” só pode ser considerada uma realidade em termos de interesses econômicos e de informações (ideologizadas, é claro), mas não em solidariedade e compreensão. O ódio, a mágoa e a intolerância são as principais marcas deixadas pelo terrorismo que, na realidade, é o grande evento histórico que demarca a inauguração deste novo século (1Ts 5.3).

Pense!

O que leva pessoas, muitas até jovens e estudadas, a se oferecerem como voluntárias por uma causa suicida?

Ponto Importante

Apesar de apenas o terrorismo físico ser enfatizado, o terrorismo psicológico é algo extremamente nocivo e danoso á vida em sociedade.

III. O FUNDAMENTALISMO E A INTOLERÂNCIA PROPAGADOS PELO TERRORISMO

1. O terrorismo popularizou o fundamentalismo. Um dos diferenciais do terrorismo deste início de século é que a ampla divulgação pela mídia torna qualquer ataque passível de múltiplas interpretações, dependendo do veículo que transmite a notícia. Assim, alguns passam a ideia de que os terroristas do Oriente Médio não estão de todo certos, mas também não estão de todo errados, pois eles apenas revidam os ataques que sofrem das nações do Primeiro Mundo. Outras agências de informações enfatizam o fundamentalismo religioso como forma de explicação para os constantes ataques e, especialmente, os ocorridos em 11 de setembro de 2001. Quais as implicações do terrorismo para a Igreja? Além da constatação das palavras de Jesus em Lucas 21.9,10, o terrorismo motivado por questões religiosas seria então fundamentalista, ou seja, irredutível e literalista na interpretação dos textos de seu livro sagrado — o Corão.

2. A religião cristã acusada de fundamentalista. O monoteísmo islâmico professado pelos palestinos é malvisto no mundo todo. A nova mentalidade criada a partir dos ataques terroristas em Nova York produziu uma ojeriza global a qualquer forma de crença que se veja exclusiva, única e verdadeira.

E esta talvez seja uma das maiores mudanças deste novo século e a que mais trouxe implicações à Igreja, pois, aproveitando o clima histórico, o monoteísmo cristão também foi incluído como um dos alvos das críticas dos diversos setores pensantes. Para estes, os valores judaico-cristãos, vistos por nós como absolutos, representam um “perigo” para essa sociedade plural. Na realidade, a religião e Deus são o alvo dos críticos. Em seus discursos, procuram responsabilizar a ambos pelos atos insanos do terrorismo. Todavia, não vamos nos intimidar; preguemos ousadamente o Evangelho de Cristo (Mc 16.15-20).

3. O conservadorismo cristão confundido com intolerância. A convivência pacífica, ainda que não condescendente, dos cristãos com as demais crenças e ideias diferentes já não é o bastante. O amor e até mesmo o respeito aos que decidiram viver de forma irresponsável e deliberadamente contrária à moral, à ética e à normalidade também não. Em outras palavras, amar o pecador e condenar o pecado já não é mais aceitável, pois não existe certo ou errado. Insistirmos em tal postura é algo visto como intolerante e, por conseguinte, fundamentalista e discriminatório. Estejamos preparados, pois chegamos ao tempo em que, à semelhança dos apóstolos, podemos ser mortos não como forma de “serviço para Deus” (Jo 16.2), mas à própria sociedade.

Isso, contudo, não deve servir para o desânimo e, muito menos, ao incentivo de um revide. O que se espera de todos os que acolheram a palavra do Evangelho, é que sejam compreensivos, sem necessariamente tornarem-se permissivistas; contrários ao pecado, sem ser odiosos com aqueles que vivem na transgressão. O que se requer de cada um é que seja como Jesus, que viveu em um mundo decadente sem se contaminar (Mt 11.16-19; Lc 7.31-34).

Pense!

É possível ser crente sem ser fundamentalista?

Ponto Importante

Nesse tempo difícil ser como Cristo é algo inadiável.

CONCLUSÃO

É possível concluir que, se a preservação dos valores judaico-cristãos e a defesa da ética, na mentalidade liberal de hoje, confunde-se com fundamentalismo e intolerância, inúmeras barreiras serão impostas à pregação do Evangelho. Longe de fazer-nos parar, tal constatação deve levar-nos a estar preparados para atuar neste tempo, pois ainda há muito por fazer (Lc 21.9).

ESTANTE DO PROFESSOR

COLSON, Charles: PEARCEY, Nancy. E Agora, Como Viveremos? 2ª Edição. RJ: CPAD, 2000.
BUENO. Telma. Boas Ideias para Professores de Educação Cristã. 1ª Edição. RJ: CPAD. 2015.

HORA DA REVISÃO

1. Quando será possível existir a paz tão almejada pela humanidade?

A paz tão almejada pela humanidade só será possível quando as armas forem transformadas em enxadas.

2. Quais são as principais marcas deixadas pelo terrorismo?

O ódio, a mágoa e a intolerância.

3. Por que o cristianismo também é considerado uma religião fundamentalista?

Porque assim como as outras religiões, o cristianismo também é irredutível e literalista na interpretação dos textos de seu livro sagrado — a Bíblia.

4. Qual é mesmo o alvo dos críticos?

A religião e Deus são o alvo dos críticos.

5. Por que nós cristãos somos vistos como intolerantes?

Porque amamos o pecador e condenamos o pecado. Insistirmos em tal postura é algo visto como intolerante e, por conseguinte, fundamentalista e discriminatório.

SUBSÍDIOS

“Caro professor,

[…] Planejar e gerir, fugindo do espontaneísmo e do improviso, garante a aprendizagem do educando, que é o objetivo primaz do processo educativo. Todavia, deve-se atentar para o fato de que a burocracia, em si, não é sinal de organização, podendo muitas vezes servir apenas para escamotear uma situação de tolhimento da liberdade de pensar. É preciso não perder de vista a verdade de que todas as ações devem visar a aprendizagem do educando, sempre respeitando a sua condição de sujeito” (CARVALHO, César Moisés. Uma Pedagogia para a Educação Cristã: Noções básicas da Ciência da Educação a pessoas não especializadas. 1ª Edição. RJ; CPAD, 2015, p.39).

“O Mito da Segurança Absoluta

Até o dia 11 de setembro de 2001, pensava-se que os Estados Unidos fosse imune aos ataques terroristas. Seu território, sempre bem vigiado por homens exaustivamente treinados e através de aparelhagens de última geração, pareciam o lugar mais seguro da Terra. Mas, de repente, aquelas sentinelas perceberam que pouco, ou quase nada, poderiam fazer contra aquele cruel, sanguinário e covarde adversário. E isso veio confirmar o que, certa vez, disse Salomão: ‘Se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela’ (Sl 127.1).

Nem o próprio Pentágono, tido como o lugar mais bem guardado do planeta, escapou. Estarrecidos e ainda não querendo acreditar em seus próprios olhos, os norte-americanos viram o símbolo maior de sua segurança atingido pelo ataque suicida.

Foi-se o mito da segurança. Num mundo globalizado, a insegurança também é globalizada. Tanto no esplendor de Nova Iorque, quanto numa vila do agreste brasileiro, ninguém está seguro, a não ser que tenha por escudo o Senhor dos Exércitos (Sl 3.3). De nada adianta uma barreira antimíssil, se Deus não proteger a cidade” (ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Quando os símbolos e mitos caem: Ícones de riqueza, globalização e segurança desabam em Nova Iorque. Mensageiro da Paz, CPAD: RJ. Set. 2001, p.11).

“Todas as vezes que os líderes das grandes potências, ignorando a soberania de Deus, proclamam uma politica de globalização, o mundo é mergulhado numa guerra. Haja vista a euforia do primeiro-ministro inglês Neville de Chamberlain às vésperas da Segunda Guerra Mundial. Terminado o conflito, constataram os estadistas que o mundo estava mais dividido do que nunca.

Assim acontece a esta geração de estadistas. Apesar de sua retórica, o mundo nunca teve tão dividido em aldeias e tribos. O ser humano continua o mesmo: bairrista, selvagem, violento. Se o romano Petrônio estivesse aqui, vendo as cenas que neste momento comovem o mundo, repetiria mais enfaticamente sua sentença: ‘O homem é o lobo do homem’.

A globalização jamais melhorará o homem, nem o arrancará de suas estreitas fronteiras de violência e terror. Somente o Senhor Jesus Cristo poderá transformar radicalmente o ser humano numa nova criatura (Jo 3.3).

O que estamos fazendo enquanto o mundo arde em nosso redor? Não nos enganemos! […] Que ninguém pense que seremos poupados de semelhantes provações por sermos o pais do futebol e do carnaval. Deus exige que sejamos conhecidos também como a pátria do Evangelho e da responsabilidade moral” (ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Quando os símbolos e mitos caem: ícones de riqueza, globalização e segurança desabam em Nova Iorque. Mensageiro da Paz. CPAD: RJ. Set. 2001, p.11).

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