A criança ouve essa proposição entende como uma
sentença. Os pais têm autoridade para avaliar o
comportamento dos filhos, mas devem ter cuidado para não
soar como um decreto.
Lá no íntimo, a criança acaba acreditando naquilo que
ouviu. Inconscientemente, essa convicção gera raiva, revolta e
medo, e esse conteúdo reprimido, por sua vez, refletirá em seu
comportamento.

Consequências
A pulsão interiorizada faz a criança ser aquilo que tem
pavor de ser. Sem saber, ela irá se conformar à imagem
projetada pelos pais: “Já que eles querem que eu seja isso,
serei”. Assim, inconscientemente, se dá o processo na alma e,
mais tarde, concretizará o conceito que lhe foi imposto.
Carine chegou ao meu consultório com depressão.
Constatou-se que o sintoma era subproduto do estresse no
trabalho por não conseguir atender às demandas de
produtividade ali exigidas e se achar muito lerda para a
função. Quando lhe perguntei: “Você é lerda? ”
, ela
respondeu: “Minha mãe dizia que eu era, e assim fiquei.
Ainda ouço aquelas palavras ecoarem dentro de mim quando
não dou conta das minhas tarefas”. Carine chorou com
amargura, repetindo: “Ela venceu!”.

O que dizer?
“Tenho observado que, às vezes, você demora mui-to
para fazer uma tarefa. Ser rápido é um processo que
aprendemos com tempo e com treinamento. Tente aprimorar a
maneira como você faz as coisas. Agilidade e rapidez estão
associadas a maior produtividade. Sei que você é capaz e tem
talento para isso

FONTE: 50 Coisas que os pais nunca
devem dizer aos filhos

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