esboço de pregação

A justiça de Deus revelada Rm 1
1. O evangelho de Deus (v. 1).
2. O Filho de Deus (v. 4).
3. Os amados filhos de Deus (v. 7).
4. A vontade de Deus (v. 10).
5. O poder de Deus (v. 16).
6. A justiça de Deus (v. 17).
7. A ira de Deus (v. 18).
8. O conhecimento e a revelação de Deus (v. 19).
9. A glória de Deus (v. 23).
10. A verdade de Deus (v. 25).
11. Os desprezadores e odiadores de Deus
(vs. 28-31).
12. O juízo de Deus (v. 32).

O que nós somos Rm 1.7
1. Filhos de Deus (Rm 8.14).
2. Santos (Rm 1.7).
3. Reis (Ap 1.6).
4. Sacerdotes (1Pe 2.9).
5. Cartas (2Co 3.2).
6. Cooperadores (1Co 3.9).
7. Ramos (Jo 15.5).

Como podemos servir ao mundo? Rm 1.16
1. Pela oração — “Venha o teu Reino” (Mt 6.10;
1Tm 2.1).
2. Pela pregação da Palavra.
3. Pela distribuição de literatura evangelística
(Rm 1.16).
4. Pelas ofertas para a difusão do evangelho
(Fp 4.10,15-16).
5. Convidando pessoas de forma calorosa e fiel
(Lc 14.23; Ap 22.17).
6. Por meio de uma conduta exemplar (2Co 3.1-3;
Mt 5.16).
7. Por meio de uma fé viva (2Cr 20.17).

Verdadeira prontidão Rm 1.15
Esteja sempre pronto para…
1. Receber a Palavra com alegria (At 17.11).
2. Ofertar (2Co 8.11).
3. Testemunhar do Senhor (Rm 1.15; 1Pe 3.15).
4. Lutar pelo nosso Deus (Js 8.3).
5. Sofrer pelo Senhor (At 21.13).
6. Aguardar o retorno do Senhor (Mt 25.10).

Seis confissões abençoadas Rm 1.16
1. Pequei contra o Senhor (2Sm 12.13; 24.10).
2. Confesso -me culpado (Jó 42.6).
3. Não me envergonho do Evangelho de Cristo
(Rm 1.16).
4. Confessei -te meu pecado (Sl 32.5).
5. Fizeste a boa confissão (1Tm 6.12).
6. Sei em quem tenho crido (2Tm 1.12).

O evangelho é o poder de Deus Rm 1.16
O evangelho transforma…
1. Um perseguidor em servo de Cristo
(At 9.19-20).
2. Idólatras em servos de Deus (1Ts 1.9).
3. Pescadores de peixes em pescadores de
homens (At 4.33).
4. Endemoninhados em alegres filhos de Deus
(At 8.5-8; Mt 28.1).
5. Pessoas rudes em pessoas amorosas
(At 16.23-34).
6. Pessoas inúteis em pessoas úteis (Fm 11).

A vida na fé Rm 1.17
1. Nós andamos pela fé (2Co 5.7).
2. Nós estamos firmes pela fé (2Co 1.24).
3. Nós vivemos pela fé (Rm 1.17).
4. Nós lutamos o bom combate da fé (1Tm 6.12).
5. Nós vencemos pela fé (1Jo 5.4).
6. Nós temos acesso à graça pela fé (Rm 5.2).
7. Nós somos justificados pela fé (Rm 3.28; 5.1).

O arrependimento Rm 2.4
1. Ele é ordenado por Deus (At 17.30).
2. Foi anunciado pelo Senhor Jesus (Mt 4.17).
3. Ele é pregado em nome de Jesus (Lc 24.47).
4. É indispensável para o perdão dos pecados
(At 8.22; 3.19; Ap 2.16).
5. Deus é o doador do arrependimento (At 5.31;
2Tm 2.25).
6. É dado pela bondade de Deus (Rm 2.4).
7. Deve ocorrer pela fé (Mc 1.15; At 2.37-38).
8. Desencadeia alegria no céu (Lc 15.7,10).
9. Traz muitas bênçãos (At 3.19-20).
10. Não deve ser negligenciado (Hb 12.17)

A necessidade da salvação Rm 3.10-12
1. Quem necessita da salvação? Todos, pois
não há um que faça o bem.
2. Do que devemos ser salvos?
a. Do poder do pecado (Rm 6.18; 8.2).
b. Da maldição da lei (Gl 3.13).
c. Do poder de Satanás (At 26.18).
d. Da ira vindoura (1Ts 1.10).
3. Por quem somos salvos? Pelo Filho e seu
sangue (Hb 9.12).

A lei na carta aos Romanos Rm 3.20
1. Ela cala a boca de todos (3.19).
2. Ninguém será justificado pelas obras da lei
(3.20).
3. Conduz ao reconhecimento do pecado
(3.20).
4. A lei suscita a ira (4.15).
5. Torna o pecado poderoso (abundante)
(5.20).
6. Condena o pecador à morte (7.11).

O que a lei não pode fazer Rm 3.20
1. Não pode declarar ninguém como justo
(At 13.39).
2. Não pode justificar, apenas revelar o pecado
(Rm 3.20).
3. Não pode nos dar uma herança (Rm 4.14).
4. Não pode nos reconciliar (Rm 5.10).
5. Não pode nos livrar da morte (Rm 5.12;
Hb 2.14-15).
6. Não pode nos fazer filhos de Deus (Rm 8.15).

Pecado e graça Rm 3.23-25
1. Somos incapazes de atingir o alvo.
a. Uma declaração humilhante: todos pecaram.
b. Uma regra sem exceção: não há ninguém
que faça o bem (Sl 14.3; Rm 3.12).
c. Um fracasso total: carecem da glória de Deus.
2. Pela graça de Deus alcançamos o alvo.
a. Não temos nada a oferecer: somos justificados
sem merecer.
b. Uma oferta rica: somente pela graça.
c. O simples caminho a esta graça: a fé.
d. O grande resultado: perdão, justificação e
salvação.

Nossa natureza corrompida Rm 3.23
As Escrituras mostram a realidade a respeito
do ser humano.
1. O Senhor revela o que está em nosso coração
(Mt 15.19-20).
2. O Senhor mostrou a Nicodemos quem ele é
e quem nós somos (Jo 3.6).
3. Ao homem rico Jesus revelou sua avareza
(Mc 10.17-19).
4. Paulo fala que todos somos pecadores
(Rm 3.23).
5. A Bíblia afirma que somos infratores da lei de
Deus (Gl 3.10).
6. Somos impotentes diante do pecado (Rm 5.6).
7. Nosso estado é desesperador (Ef 2.12; Is 1.5-6).
8. Mas Jesus veio salvar os perdidos (Lc 19.10).

A salvação Rm 3.23
1. É necessária, pois todos pecaram (Rm 3.23).
2. É completa: nada mais precisamos fazer
(2Co 5.21).
3. É gratuita (Is 55.1; Ef 2.8).
4. É simples de ser recebida (At 16.31; Jo 5.24).
5. É atual (pode ser recebida hoje) (2Co 6.2).

Justificação pela fé Rm 3.24
1. O reconhecimento do pecado antecede a
justificação (Lc 7.29).
2. Deus nos concede a justificação
(Rm 8.30,33).
3. A graça é o canal pelo qual somos justificados
(Rm 3.24; Gl 5.4).
4. O sangue de Jesus é o meio para nossa justificação
(Rm 3.24; 5.9).
5. A morte de Jesus possibilita nossa justificação
(1Pe 3.18).
6. A justiça de Cristo o qualificou para ser o
Justificador (Rm 5.18; Gl 2.16).
7. A ressurreição de Cristo é o selo da justificação
(Rm 4.24-25).
8. A justificação é um presente, recebido pela
fé (Rm 5.1; Gl 3.24).
9. A evidência da justificação são as obras
(Tg 2.21,24-25).

Em Cristo nós somos: Rm 3.24
1. Justificados (Rm 3.24).
2. Santificados (1Co 1.2).
3. Confirmados (2Co 1.21).
4. Libertos (Gl 5.1).
5. Aceitos (Ef 1.5).
6. Guardados (Fp 4.7).
7. Aperfeiçoados (Cl 2.10).

Somos justificados Rm 3.24
1. Pela fé em Cristo e sua obra (Rm 5.1).
2. Deus mesmo nos justifica (Rm 3.26).
3. Somos justificados pela graça (Rm 3.24).
4. Somos justificados pelo sangue de Cristo
(Rm 5.9; Êx 12.13).
5. Somos justificados pela ressurreição de Cristo
(Rm 4.25).

O que o Senhor fez por nós Rm 4.25
1. Foi entregue à morte por causa dos nossos
pecados (Rm 4.25; 5.8; Tt 2.14).
2. Ressuscitou para nossa justificação
(Rm 4.25).
3. Agora vive intercedendo por nós (Hb 7.25).
4. Resgatou -nos da maldição (Gl 3.13).
5. Trouxe -nos para perto de Deus (Ef 2.13).
6. Fortalece -nos (Fp 4.13).
7. Tornou -se nossa vida (Fp 1.21).
8. Ele voltará para ser glorificado em nós
(2Ts 1.10).

Fatos sobre a ressurreição de Cristo Rm 4.25
1. O fato sobre a ressurreição de Cristo:
a. Cristo foi sepultado e ressuscitou (1Co 15.4;
Ef 1.20).
b. Desta forma a morte foi tragada pela vitória
(1Co 15.54).
2. O propósito da ressurreição de Cristo:
a. É o selo de nossa justificação (Rm 4.25).
b. Garante -nos vida eterna (Jo 11.25-26).
3. O resultado da ressurreição de Cristo:
a. Os crentes vivem com o Cristo ressuscitado
(Cl 2.12; Ef 2.6).
b. Os crentes renasceram para uma viva esperança
(1Pe 1.3-5).
c. Os crentes vivem vidas consagradas
(Rm 6.11,13).
d. Os crentes têm o coração nas coisas de
Deus (Cl 3.1-3; 1Pe 3.21).

A ressurreição de Cristo é: Rm 4.25
1. O cumprimento de muitas profecias
(Jó 19.25; 1Sm 2.6).
2. A prova da divindade de Cristo (Rm 1.4).
3. O maior de todos os milagres (sinal de Jonas)
(Jo 20.8; Mt 16.4).
4. A conclusão da obra de Cristo (Rm 4.25;
Jo 16.10).
5. A garantia da nossa ressurreição (1Co 15.49;
Fp 3.21).
6. Nossa unificação com Cristo (Rm 6.4; Cl 3.1-4)

Frutos da justificação Rm 5.1-11
1. Paz com Deus (v. 1).
2. Acesso a Deus (v. 2).
3. Esperança da glória (v. 2).
4. Paciência no sofrimento (v. 3).
5. Justificados fazem experiências maravilhosas
(v. 4).
6. Justificados não se confundem (v. 5).
7. Justificados gloriam -se do seu Deus (v. 11).

Conversão Rm 5.1

1. É uma necessidade indispensável (Mt 18.3;
At 3.19-20).
2. É um ato radical (1Ts 1.9; At 26.18).
3. Tem uma motivação gloriosa (Fp 3.8-11).
4. Tem muitas barreiras (At 28.27; 13.8;
Jo 6.66).
5. Realiza -se através da fé (At 26.18; Rm 5.1).
6. O Senhor Jesus preparou as condições para
ela (Is 53.6).
7. É vista pelos que vivem ao nosso redor
(1Ts 1.9; Tg 2.24).

A justificação do pecador Rm 5.1
1. A fonte da justificação é o próprio Deus
(Rm 8.33).
2. A justificação se revela no evangelho (Rm 1.17;
Is 56.1).
3. O fundamento da justificação é a graça
(Rm 3.24).
4. O meio da justificação é o sangue de Cristo
(Rm 5.9).
5. O caminho para a justificação é a fé (Rm 5.1).
6. A comprovação da justificação são as obras
(Tg 2.18).
7. Cristo é nossa justificação (1Co 1.30; Jr 23.6).

O que temos agora Rm 5.1
1. A certeza de sermos filhos de Deus (1Jo 3.2).
2. A certeza da justificação (Rm 5.1).
3. A libertação do jugo da lei (Rm 7.6).
4. A salvação da condenação eterna (Rm 8.1).
5. O gozo da comunhão com Deus (Ef 2.13).
6. Uma esperança viva (Rm 15.13).
7. O prazer de sua companhia (Mt 28.20;
Hb 13.5).

A história de nossa vida Rm 5.2
1. Nós somos criados à imagem de Deus
(Gn 1.27).
2. Estamos à mercê da morte por causa do
pecado (Rm 5.12).
3. Somos remidos pelo sangue de Jesus Cristo
(Ef 1.7).
4. Nascidos de novo pela Palavra e pelo Espírito
(Jo 3.3,5).
5. Transformados à sua imagem (2Co 3.18).
6. Entregues, a quem nos redimiu (Rm 12.1-2).
7. Felizes pela glória vindoura de Deus (Rm 5.2).

Acesso a Deus Rm 5.2
Ter acesso significa ter entrada, poder aproximar-se,
ser aceito e ser ouvido; ter liberdade para
vir, após ser removido cada obstáculo.
1. Por qual caminho Israel podia aproximar -se?
O sacrifício exigido tinha de ser trazido pelo
sumo sacerdote e, assim, a entrada estaria
livre (Lv 16.14-16; Êx 29.36; Hb 9.6-8).
2. Como a entrada é possível nos dias de hoje?
a. Pelo sacrifício de Cristo (Hb 9.14).
b. Por Jesus, o único caminho (Jo 14.6).
c. Através dele, a única porta (Jo 10.9).
d. Por meio de seu eterno propósito (Ef 2.13;
3.11-12).
3. Todos são convidados para entrar.
a. Todos são bem vindos (Mt 11.28).
b. Eles devem chegar confiadamente (Hb 4.16).
4. As promessas aos que se aproximam.
a. Ele não lança ninguém fora (Jo 6.37).
b. Nunca nos abandonará (Hb 13.5-6).
c. Concede paz e descanso (Mt 11.28-30;
Jo 14.27).

O novo nascimento Rm 5.5
1. Faz de nós novas criaturas (2Co 5.17).
2. Concede a vida (1Jo 5.12).
3. Dá a paz com Deus (Rm 5.1).
4. Traz o amor de Deus (Rm 5.5).
5. Dá a certeza de sermos filhos de Deus
(Jo 1.12-13).
6. Liberta da condenação eterna (Rm 8.1).

O que o Espírito Santo faz Rm 5.5
1. Ele bloqueia a ação do anticristo (2Ts 2.7).
2. Ele ilumina os cegados por Satanás (2Co 4.3-4).
3. Ele habita nos filhos de Deus (Rm 5.5; 8.9;
Gl 4.6).
4. Ele sela os crentes (Ef 1.13).
5. Ele batiza e enche os crentes (1Co 12.13;
At 2.4).

A morte do Senhor pelos seus Rm 5.6-11
1. Por quem o Senhor morreu? (vs. 8-10).
a. Pelos ímpios (v. 6).
b. Pelos pecadores (v. 8).
c. Pelos seus inimigos (v. 10).
2. O tempo da morte do Senhor.
a. No tempo determinado por Deus (v. 6).
b. Quando nós ainda éramos fracos (v. 6).
3. O efeito da morte de Cristo.
a. Provou o amor de Deus por nós (v. 8).
b. Fomos justificados pela morte de Cristo (v. 9).
c. Através dela fomos reconciliados
com Deus (v. 10).
d. Seremos salvos da ira de Deus (v. 9).
e. Agora temos paz e alegria em Deus (v. 11).

A morte de Cristo Rm 5.8
1. É a certeza de que Deus nos ama
(Jo 3.16; Rm 5.8).
2. É o preço que foi pago pela nossa salvação
(Mc 10.45; 1Tm 2.6).
3. É o castigo pelos nossos pecados (Rm 4.25).
4. É um ato de obediência em relação
à lei (Gl 1.4; 3.13; 4.4; Fp 2.8).
5. É o meio de nossa reconciliação
(2Co 5.18-19).
6. É um ato substitutivo (como com
Isaque [Gn 22.8]) (Lv 16.21-22).

A morte de Cristo é: Rm 5.8
1. O resultado do ato mais terrível (At 2.23).
2. A evidência do maior amor (Rm 5.8).
3. A mensagem da maior vitória (Hb 2.14;
Jo 19.30).
4. A fonte do maior poder (1Jo 3.16).
5. O cumprimento da maior promessa
(1Pe 1.10-11).
6. O motivo para o serviço abnegado
(2Co 5.14).
7. A força para imitar Deus (Ef 5.1-2).

O que o Senhor fez Rm 5.8
por causa de nossos pecados
1. Ele morreu pelos nossos pecados (Rm 5.8).
2. Ele sofreu em nosso lugar (1Pe 2.21; 3.18).
3. Ele carregou os nossos pecados (1Pe 2.24;
Jo 19.17).
4. Ele se ofereceu pelos nossos pecados
(Hb 7.27; 9.14).
5. Ele se entregou por nós (Gl 2.20).
6. Ele derramou seu sangue para remissão
de nossos pecados (Mt 26.28).

Nossa salvação Rm 5.9
1. Foi conquistada pela morte de Cristo
(1Co 15.2-3).
2. É recebida pela fé (At 16.31; 10.43).
3. É assegurada pela Palavra de Deus
(1Jo 5.1).
4. É confirmada pelo sangue de Cristo
(Hb 9.14; Rm 5.9).
5. É completada em nós pelo Senhor
(Fp 1.6; Hb 12.2).
6. É levada à perfeição na sua vinda
(Hb 9.28; Fp 3.21).

O que temos pelo sangue de Cristo: Rm 5.9
1. Redenção (Ef 1.7).
2. Justificação (Rm 5.9).
3. Presença de Deus (Ef 2.13).
4. Paz (Cl 1.20).
5. Acesso ao Santo dos Santos (Hb 10.19).
6. Santificação (Hb 13.12).
7. Vitória (Ap 12.11).

O que Cristo operou na cruz Rm 5.10
1. O Senhor aniquilou os nossos pecados
(Hb 9.26).
2. Promoveu a paz pelo seu sangue (Cl 1.20).
3. Reconciliou -nos com Deus (Rm 5.10).
4. Ganhou para nós uma eterna redenção
(Hb 9.12).
5. Aproximou -nos de Deus (Ef 2.13).
6. Libertou -nos do mundo perverso (Gl 1.4).

Os sofrimentos do Senhor: Rm 5.11
1. Foram indizivelmente penosos (Lc 22.44).
2. Foram voluntários: “Eu espontaneamente
dou a minha vida” (Jo 10.18).
3. Foram o sacrifício perfeito: por eles temos a
reconciliação (Rm 5.11).
4. Foram em substituição: ele morreu por nós
(1Pe 3.18; Hb 7.26-27).
5. Efetuam justiça (Rm 3.23-24).
6. Foram inevitavelmente necessários (Rm 5.6;
1Tm 2.6; Tt 2.14).

O homem natural Rm 5.19
1. Ingrato (2Tm 3.2-5).
2. Sem entendimento (néscio) (Tt 3.3).
3. Injusto (Rm 1.29).
4. Inútil (Rm 3.12).
5. Desobediente (Rm 5.19).
6. Transgressor (1Tm 1.9-10).
7. Rebelde (Rm 15.31).
8. Impuro (Tt 1.15).

A vida espiritual Rm 6.4
1. A fonte da vida espiritual — ela flui:
a. Do Pai (2Co 1.3); do Filho (Jo 5.21,25; 6.33).
b. Do Espírito Santo (Rm 8.9-13); do ouvir a
Palavra (Is 55.3).
2. A vida espiritual é renovada:
a. Pelo Senhor: (Jo 6.57; 1Co 10.3-4).
b. Pela fé (Gl 2.20); pela Palavra e oração
(Mt 6.6).
3. A vida espiritual é descrita como:
a. Uma vida para Deus (Rm 6.11; Gl 2.19).
b. Uma vida totalmente nova (Rm 6.4).
c. Uma vida no Espírito (Gl 5.25).
4. A vida espiritual deve ser nutrida:
a. Devemos buscar diligentemente o crescimento
nesta vida (Ef 4.15; 1Pe 2.2).
b. Devemos orar por ela (Sl 119.25; 143.11).

Dois grandes contrastes Rm 6.11
1. O incrédulo está nestas situações:
a. Totalmente perdido, sem esperança
(Jo 3.18).
b. Morto em seus delitos e pecados
(Ef 2.1).
c. É um filho do diabo (Jo 8.44).
d. Sob a ira de Deus (Jo 3.36).
e. À sua espera está um juízo severo
(Hb 9.27).
f. O lago de fogo é seu castigo (Ap 21.8).
2. O crente está nestas situações:
a. Salvo pela graça (Ef 2.8-9).
b. É um filho e herdeiro de Deus (Jo 1.12).
c. “Em graça” diante de Deus (Rm 5.2).
d. Morto para o pecado (Rm 6.11).
e. Espera pelo Senhor (Fp 3.20-21).

Dois grandes contrastes Rm 6.11
1. Quem rejeita conscientemente Jesus Cristo:
a. Está julgado e perder -se -á (Jo 3.18).
b. Está morto em seus delitos e pecados
(Ef 2.1).
c. É um filho de Satanás (Jo 8.44; 1Jo 3.8-10).
d. Sobre este permanece a ira de Deus
(Jo 3.36).
e. Caminha para o juízo (Hb 9.27).
f. Será lançado no lago de fogo (Ap 21.8).
2. A feliz sorte do cristão:
a. É salvo pela graça (Ef 2.8-9).
b. Está morto para o pecado (Rm 6.11).
c. É um filho de Deus (Jo 1.12).
d. Tem acesso à graça de Deus (Rm 5.2).
e. Está perto de Deus (Rm 5.2).
f. Espera a glória do Senhor vindouro
(Fp 3.20-21).

O que é a conversão? Rm 6.13
1. Completa transformação da pessoa
(Ez 36.26-27).
2. Completa entrega a Deus (Rm 6.13-14;
12.1).
3. Renovação interior profunda (2Co 5.17;
Tt 3.5).
4. Rejeição da velha natureza (Is 55.7;
Ef 4.21-25).
5. Transformação (Jo 3.3; 1Pe 1.23).
6. “Tornar -se como criança” (Mt 18.3).

Nós fomos libertos: Rm 6.18
1. Da perdição eterna (Rm 8.1).
2. Da maldição da lei (Gl 3.13).
3. Do jugo do pecado (Rm 6.18; Jo 8.34-36).
4. Deste mundo perverso (Gl 1.4).
5. Do poder das trevas (Cl 1.13).
6. Do pavor da morte (Hb 2.15).
7. Do próprio eu (Gl 2.20).

Estamos salvos Rm 6.18
Pelo sangue precioso de Cristo estamos salvos:
(1Pe 1.9; Ap 5.9).
1. De toda injustiça (Tt 2.14).
2. Da escravidão da lei (Gl 4.5).
3. Da maldição da lei (Gl 3.13).
4. Do poder do pecado (Rm 6.18,22).
5. De todo mal (Gn 48.16).
6. Do mundo mau (Gl 1.4).

O que o pecado faz Rm 6.19
1. Rouba a paz (Rm 3.17).
2. Quebra a comunhão (Gn 3.8).
3. Tira a coragem (Pv 28.1).
4. Escraviza (Rm 6.19).
5. Leva à morte (Rm 6.23).
6. Fecha o céu (Ap 21.27).
7. Destitui da glória de Deus (Rm 3.23).

Dádivas maravilhosas de Deus Rm 6.23
1. O Senhor dá descanso ao pecador (Mt 11.28).
2. Dá a salvação ao perdido (Lc 19.10).
3. Dá a vida eterna aos mortos no pecado
(Rm 6.23).
4. Dá a justificação ao culpado (Rm 9.30).
5. Dá o Espírito Santo ao que obedece (At 5.32).
6. Dá -nos sua palavra (Jo 17.14).
7. Dá -nos sua eterna glória (Jo 17.22).

Tudo de graça Rm 6.23
1. A salvação (Ef 2.8).
2. O perdão (Ef 1.7).
3. A justificação (Rm 3.24).
4. O resgate (1Pe 1.18-19).
5. A vida eterna (Rm 6.23).
6. A paz (Rm 5.1).
7. A certeza do amor de Deus (Rm 4.6-8).

Chamados para dar frutos Rm 7.4
Quais são os frutos que devemos dar?
1. O fruto do Espírito (Gl 5.22).
2. O fruto da justiça (Fp 1.11).
3. O fruto da santidade (Rm 6.22).
4. Os frutos de boas obras (Cl 1.10; Ef 2.10).
5. O fruto dos lábios (Hb 13.15; At 16.25).
6. Os frutos do trabalho para o Senhor (Rm 1.13).
7. Frutos para Deus (Rm 7.4).
8. Dar frutos é a nossa vocação (Gn 1.28;
Jo 15.16).

Queda e restauração Rm 7.18
1. O crente ainda tem a possibilidade de pecar
(1Jo 1.8; Rm 7.18).
2. Se não vigiar, cairá (1Jo 1.9; Mt 26.41).
3. O crente caído é profundamente infeliz
(Sl 32.3-4; Mt 26.75).
4. Mas a confissão do pecado restaura (Sl 32.5).
5. A confissão deve ser sincera e profunda
(Sl 51.7-12).
6. O restaurado é novamente feliz (Sl 51.8,12;
32.1,11).
7. Ele anseia, agora, pela salvação de outros
(Sl 51.12-13; 1Tm 1.16).

A necessidade da salvação Rm 7.19
Cada pessoa precisa ser salva por Jesus porque…
1. Não há outro meio de salvação (At 4.12).
2. O pecador carece da justiça que deveria ter
(Rm 3.23).
3. Os pecados das pessoas são numerosos
(Sl 40.12).
4. Cada pessoa é escrava de Satanás (Rm 7.19).
5. As pessoas são servas do medo da morte
(Hb 2.15).
6. Ninguém pode subsistir diante de Deus
(Ap 20.11-13).
7. Deus fez tudo para a salvação do pecador
(2Co 5.21).

Os filhos de Deus: Rm 8.1
1. Não conhecem mais nenhuma condenação
(Rm 8.1).
2. Nenhuma acusação (Rm 8.33).
3. Nenhuma separação (Rm 8.35-39).
4. Nenhuma intimidação (Rm 8.37).

Plena segurança Rm 8.1
1. O destino do incrédulo é mais tenebroso do
que as mais densas trevas. Hb 9.27; 2Pe 2.4.
O destino do crente é mais brilhante do que
o brilho do Sol. 1Ts 5.9; 1Pe 1.4.
2. Deus faz uma grande diferença entre seus
filhos e o mundo. Nós não seremos julgados
com ele, Jo 5.24. Estamos amparados e seguros
pela sua obra no Gólgota.
3. O filho de Deus tem garantia plena, Rm 8.1.
Ele está seguro, como Noé na arca. É intocável,
como Israel pela proteção do sangue,
Êx 12.23. Salvo, como aquele perseguido
pelo vingador do sangue, Nm 35.25-27.
Seguro, como Raabe, Js 2.13-14.
4. O Senhor garante a nossa segurança, Jo 3.18.
A sua palavra “não pereça” nos é suficiente,
Jo 3.16.
5. Não temos medo do juízo. 1Jo 4.17.
6. Quem ainda nos condenará, sabendo que
Deus nos justifica? Rm 8.33-34. Sabendo que
Cristo morreu por nós e o Espírito Santo habita
em nós? Poderá a lei nos condenar? Não.
Cristo é o fim da lei. Rm 10.4.

O que Deus fez com nossos pecados Rm 8.1
O que Deus fez com os pecados dos crentes?
1. Ele não os lançou na nossa conta (2Co 5.19).
2. Ele os lançou sobre Cristo (1Pe 2.24; Is 53.6).
3. Deus apagou nossos pecados (Rm 4.7; Sl 32).
4. Ele os afastou para longe de nós (Sl 103.12).
5. Ele os lançou para trás de si (Is 38.17).
6. Ele os lançou no fundo do mar (Mq 7.19).
7. Ele os apagou completamente (Is 43.25).
8. Ele não se lembra mais de nossos pecados
(Hb 8.12).
Por isso não há mais condenação para nós
(Rm 8.1).

Coisas que Deus não pode fazer Rm 8.1
1. Deus não pode mentir (Tt 1.2).
2. Deus não pode negar a si mesmo (2Tm 2.13).
3. Deus não pode abandonar os seus (Hb 13.5).
4. Deus não pode deixar de ouvir nossas orações
(Sl 66.19; Jo 16.23).
5. Deus não pode deixar entrar no reino quem
não nasceu de novo (Jo 3.1-7).
6. Deus não pode salvar a si mesmo (Mt 27.42).
7. Deus não pode condenar quem está em
Cristo (Rm 8.1).

O Espírito Santo atua: Rm 8.5
1. Derramando o amor de Cristo no coração
(Rm 5.5).
2. Ensinando a andar no Espírito (Rm 8.4-5).
3. Fortalecendo os crentes para o ministério
(Ef 3.16).
4. Assistindo os filhos de Deus em suas fraquezas
(Rm 8.26).
5. Produzindo o fruto espiritual no crente
(Gl 5.22).
6. Concedendo força para um testemunho
alegre (At 2.4).

Sete bênçãos da ressurreição Rm 8.11
1. Afastamento do pecado (At 3.26).
2. Justificação (Rm 4.24-25).
3. Entrega total a Deus (2Co 5.15).
4. Uma vida frutífera (Rm 7.4).
5. Uma esperança viva (Rm 8.11).
6. Participação no arrebatamento (1Ts 4.14).
7. Grande força (Ef 1.19-20).

Grandes privilégios dos crentes Rm 8.14
por meio de Cristo
1. A dignidade de sermos filhos de Deus
(Rm 8.14).
2. A riqueza de sua herança (Rm 8.17).
3. A bênção de sua amizade (Jo 15.14).
4. O poder do reino de Deus (Ap 1.6).
5. O privilégio do sacerdócio (Ap 1.6).
6. A preciosidade da comunhão (1Jo 1.3).
7. A posse de todas as bênçãos (1Co 3.21-23).

Realidades na vida Rm 8.14
dos filhos de Deus
1. Tornaram -se filhos de Deus pela fé (Gl 3.26;
Jo 1.12).
2. Possuem o Espírito de Jesus (Gl 4.6; Rm 8.14).
3. Gozam de um lugar privilegiado com o Pai
(Lc 15.24).
4. Revelam o caráter do Pai (Mt 5.45-48).
5. São disciplinados pelo Pai (Hb 12.5-11).
6. São transformados pelo Pai (Rm 8.29; 1Jo 3.2).
7. Um dia serão recebidos na glória (Jo 14.3).

Privilégios dos filhos de Deus Rm 8.15-17
Ainda compreendemos muito pouco nossos
privilégios como filhos de Deus. Como filhos de
Deus nós:
1. Estamos livres da escravidão (Êx 5.1).
2. Recebemos o Espírito de adoção (v. 15;
Gl 4.5-6).
3. Conhecemos a Deus como nosso Pai (v. 15).
4. Temos em nós o testemunho (1Jo 5.10).
5. Somos herdeiros (Lc 15.31).
6. Estamos prontos para sofrer (v. 17).
7. Seremos glorificados com o Filho (v. 17).

O que nós não temos: Rm 8.15
1. Condenação (Rm 8.1).
2. Escravidão (Rm 8.2).
3. Dívida com o pecado (Rm 8.12).
4. Medo (Rm 8.15).
5. Corrupção (Rm 8.21).
6. Acusação (Rm 8.33).
7. Separação (Rm 8.35).

A descrição da nossa vida Rm 8.17
1. O que nós éramos.
a. Mortos em pecados e delitos (Ef 2.1).
b. Filhos da ira (Ef 2.3).
c. Sem Cristo e sem Deus (Ef 2.12).
d. Filhos do pai da mentira, o diabo (Jo 8.44).
2. O que nós somos.
a. Vivificados (Ef 2.4-5).
b. Filhos de Deus (Jo 1.12; Rm 8.15).
c. Homens da eternidade (Jo 5.24).
3. O que nós seremos.
a. Semelhantes a ele (1Jo 3.2).
b. Herdeiros de Deus (Rm 8.17).
c. E herdeiros de toda glória (1Co 3.22; 2.9-10).
4. O que devemos ser e fazer por causa disso.
a. Dedicados a Deus (Rm 12.1).
b. Pensar sempre nas coisas lá do alto (Cl 3.2).
c. Separados do mundo, santos (1Pe 2.9).
d. Esperar por sua volta (Tt 2.11-15).

A família de Deus Rm 8.17
Como toda família humana, a família de Deus
é composta…
1. Pelo pai (Mt 6.9).
2. Pela mãe (temos uma mãe lá em cima)
(Gl 4.26).
3. Pelos filhos (Gl 3.26; Rm 8.17).
4. Pelos irmãos e irmãs (Mt 12.48).

Os filhos de Deus… Rm 8.17
1. São nascidos de Deus (Jo 1.12; 1Jo 5.12).
2. Estão em um novo relacionamento (Rm 8.15;
Jo 8.35).
3. Estão intimamente ligados a Cristo (Jo 20.17;
Hb 2.11).
4. São filhos de Deus e herdeiros pela fé (Gl 3.26;
Rm 8.17).
5. São incompreendidos pelo mundo (1Jo 3.1;
Jo 15.18-19).
6. Estão esperando pelo grande dia (Rm 8.19;
Cl 3.4).
7. São pessoas com a vida em ordem com
Deus (Fp 3.13).
8. São justificados pela fé em Jesus (At 13.39;
Rm 5.1).
9. São santificados em Cristo (1Co 1.2).
10. Não estão mais longe, porém perto de Deus
(Ef 2.13).
11. São aperfeiçoados em Cristo (Ef 2.6).
12. São Reis e sacerdotes (1Pe 2.9; Ap 1.6).

A graça de Deus é suficiente Rm 8.28
Que a graça de Deus é suficiente para nós…
1. É afirmado na Palavra (2Co 9.8).
2. É confirmado pela experiência (Rm 8.28).
3. É garantido pelas promessas (2Co 1.20).
4. É operado pelo poder de Deus (Ef 1.19).
5. É assegurado pela presença de Deus
(Is 41.10).

Cinco grandes privilégios Rm 8.29

1. Em Cristo nós somos “de antemão conhecidos”:
Jeremias (Jr 1.5) e Pedro (1Pe 1.2) já
reconheceram isto. Deus mesmo é quem dá
o primeiro e o último passo.
2. Em Cristo nós somos “predestinados”: predestinados
para o quê? Para sermos filhos
de Deus, para sermos uma nova criação
(2Co 5.17), para sermos semelhantes a
Jesus.
3. Em Cristo nós somos “chamados”: o chamado
ocorreu pelo evangelho. Ser chamado
significa mais do que ser salvo. Somos
chamados para servir a Deus. Pensemos
em Enoque, Noé, Abraão, Samuel, Davi, os
apóstolos.
4. Em Cristo nós somos “justificados”: aos
chamados, o Espírito Santo revela a obra realizada
da salvação, pela qual ele pode estar
diante de Deus.
5. Em Cristo nós somos “glorificados”: já
podemos ter aqui uma amostra deste último
degrau, pois vivemos pela fé (Jo 17.22). Entretanto,
aguardamos ainda o dia da glorificação
(Jo 17.24).

Nós somos destemidos, por quê? Rm 8.31-35
1. Deus é por nós.
2. Ninguém pode nos acusar.
3. Ninguém pode nos condenar.
4. Cristo morreu por nós.
5. Ele ressuscitou para nossa justificação.
6. Ele intercede por nós à direita de Deus.
7. Nada pode nos separar do amor de Deus.

O que o Senhor é para nós Rm 8.32
1. O Pão da Vida (Jo 6.35,41,48,51).
2. A Fonte da Vida (Jo 4.14; Sl 36.9).
3. A Luz da Vida (Jo 8.12).
4. O Caminho da Vida (Jo 14.6; Sl 16.11).
5. A Palavra da Vida (1Jo 1.1; Jo 6.63).
6. A Árvore da Vida (Ap 2.7).
7. O Autor da Vida (At 3.15).
8. O Doador da Vida (Jo 10.28).
9. O Tudo da vida (Rm 8.32).

Deus não poupou Rm 8.32
1. Os anjos que pecaram (2Pe 2.4).
2. O mundo antigo (2Pe 2.5).
3. O povo de Israel (Rm 11.21).
4. O Egito (Êx 15.10).
5. Seu Filho amado (Rm 8.32).
6. Deus também não o poupará se você não
crer (Jo 3.36).
7. Portanto, teme! (Rm 11.20)

Cristo morreu Rm 8.34
1. O Senhor morreu de uma maneira incomum.
O lugar da morte, a maneira da sua morte,
tudo o que acompanhou a mesma, como o
terremoto, as trevas, e o véu rasgado, tudo
isso mostrou que nunca houve uma morte
como a sua.
2. O Senhor morreu segundo a vontade de
Deus. Deus enviou seu Filho e não o poupou
(Rm 8.32).
3. O Pai deu -lhe o cálice amargo. Soltou a
espada contra o Pastor (Zc 13.7; At 2.23;
Jo 3.14-17).
4. O Senhor morreu de livre e espontânea
vontade. Sacrificou -se voluntariamente, assim
como Isaque. É o sacrifício voluntário (Gl 1.4;
2.20; 1Tm 2.6; Jo 10.17-18).
5. O Senhor morreu em cumprimento de
todos os sacrifícios. Foi o último e o maior,
o decisivo e o perfeito sacrifício. Todos os
sacrifícios apontaram para ele e findaram
nele (Hb 9.11-28; 1Pe 1.10-11).
6. O Senhor morreu como substituto. Carregou
os pecados no seu corpo para o madeiro
(1Tm 2.5-6; Hb 2.9; Is 53.4-6).

Cristo, nosso tudo Rm 8.34
1. Ele se entregou por nós (Gl 1.4; 2.20).
2. Libertou -nos pelo seu sangue (Ap 1.5).
3. Purificou -nos pela sua Palavra (Jo 15.3;
Ef 5.26).
4. Selou -nos com seu Espírito (Ef 1.13).
5. Sustenta -nos com suas dádivas (Jo 6.54-56).
6. Intercede por nós (Rm 8.34; Hb 7.25).
7. Um dia nos receberá para si mesmo (At 7.59;
Jo 17.24).

Vitória Rm 8.37
Temos a vitória…
1. Sobre o pecado, pela graça (Rm 6.14-17).
2. Sobre Satanás, pela Palavra (Mt 4.4,7,10;
1Jo 2.13-14).
3. Sobre o mundo, pela fé (1Jo 5.4).
4. Sobre todas as circunstâncias da vida
(Rm 8.37).
5. Sobre o medo da morte (Hb 2.15).
6. Grande será a recompensa do vitorioso
(Ap 3.21).

O amor de Deus é Rm 8.39
1. Inefável (2Co 9.15).
2. Não pode ser apagado (Ct 8.7).
3. Inescrutável (Rm 8.32-37).
4. Incansável (Jo 13.1).
5. Indispensável (Ef 2.4-5).
6. Constrangedor (2Co 5.14).
7. Infindável (Rm 8.39).

Sete privilégios de Israel Rm 9.4-5
A Israel pertence…
1. A filiação (Êx 4.22).
2. A glória (Êx 40.34).
3. As alianças feitas com os patriarcas (Gn 17.7).
4. A lei (Sl 19.7).
5. O culto e o serviço sacerdotal (Êx 19.6;
1Pe 2.9).
6. As promessas do Messias (Gn 49.10; Is 12).
7. O Cristo, o maior privilégio de Israel (Is 9.6-7).
a. Pedro e Paulo estavam tristes pela ignorância
de Israel (At 3.17; 1Co 2.8).
b. Porém contemplavam a restauração de
Israel (At 3.21; Rm 11.25-26).

Cuidado com o autoengano Rm 10.2
Você pode:
1. Tremer diante da palavra, como Félix
(At 24.25).
2. Estar persuadido, como Agripa (At 26.28).
3. Trazer grandes ofertas, como Ananias e Safira
(At 5.2).
4. Fazer um bom começo, como Demas
(2Tm 4.10).
5. Estar entre crentes, como Geazi
(2Rs 5.20-27).
6. Zelar por Deus, como Israel (Rm 10.2).
7. Gostar de ouvir a palavra, como Herodes
(Mc 6.20).
8. Pertencer ao povo escolhido, como Corá
(Nm 16.32).
9. Estar próximo do reino de Deus (Mt 19.16-22).
E mesmo assim, ir para a perdição (Mt 25.41ss.).

A redenção Rm 10.9
1. Foi planejada antes da fundação do mundo
(1Pe 1.19-20).
2. Foi conquistada na cruz (1Co 6.20; At 20.28).
3. É recebida através da fé (Rm 10.9; At 16.31).
4. É manifestada na nossa vida diária (Tt 2.11-14).
5. É admirada por anjos (1Pe 1.12).
6. É celebrada no céu (Ap 5.9).

Fatos imutáveis Rm 10.9
1. A morte do pecador (Hb 9.27; 1Rs 2.37).
2. A penalidade do pecador (2Ts 1.8-9).
3. A condenação do pecador (Hb 10.27;
Rm 2.2).
4. A oferta do perdão (Rm 1.16).
5. A salvação garantida para quem crê
(Rm 10.9; Is 12.2).

O verdadeiro cristão Rm 10.9
Ser cristão é mais do que apenas usar o nome
de Cristo. O verdadeiro cristão:
1. É alguém que é nascido de Deus (1Pe 1.23;
Jo 1.13).
2. É alguém que não procura a salvação nas
boas obras (Ef 2.9).
3. É alguém que busca a justiça de Deus (Rm 4.6;
Rm 3.21).
4. É alguém que edifica sobre o fundamento
que é Cristo (1Co 3.11).
6. É alguém que confessa Cristo como seu
Senhor (Rm 10.9).
7. É alguém que serve ao Senhor (1Ts 1.6-9).
8. É alguém que é zeloso de boas obras (Tt 2.14;
3.8).
9. É alguém que procura ganhar almas (2Co 5.20).
10. É alguém que aguarda o retorno do Senhor
(Tt 2.13).

Quatro perguntas importantes sobre missão Rm 10.14-15
1. Como invocarão aquele em quem não creram?
a. Precisam conhecer o Pai (Jo 3.16-17).
b. Necessitam conhecer o Filho unigênito
(Jo 1.14).
c. Devem ser convencidos pelo Espírito Santo
(Jo 16.7-13).
d. Precisam ser atraídos pelo Salvador
(Jo 12.32).
2. Como crerão naquele de quem nada ouviram?
a. Deus mandou -nos anunciar a Cristo (Lc 4.18;
1Jo 1.3).
b. Ele ordenou -nos pregar (Mc 3.14; 2Tm 4.2). c. É nossa tarefa testemunhar dele (At 1.8).
3. Como ouvirão se não há quem pregue?
a. Cada crente é um enviado (Jo 17.18; Is 52.7).
b. A nós foi confiado o ministério da reconciliação
(2Co 5.19-20).
c. Jesus ordenou -nos pregar o Evangelho
(Mc 16.15).
4. Como pregarão se não forem enviados?
a. Quão formosos são os pés … (v. 15).
b. Eles são chamados seus mensageiros
(At 13.4).
c. Eles seguem seus passos (Is 61.1; Ef 6.15).

Sete mistérios Rm 11.25
1. O mistério da piedade (1Tm 3.16).
2. O mistério da habitação de Cristo no crente
(Cl 1.27).
3. O mistério do Corpo de Cristo (Ef 1.22-23).
4. O mistério da iniquidade (2Ts 2.7-8).
5. O mistério do arrebatamento
(1Co 15.51-57).
6. O mistério da cegueira de Israel
(Rm 11.25).
7. O mistério da sua vontade (Ef 1.9-10).

O povo de Israel não foi rejeitado Rm 11.25-29
1. Foi destinado para ser uma bênção para todas
as nações (oliveira santa) (Rm 11.17ss.).
a. Antes do nascimento de Cristo, pela posse
da Escritura Sagrada e da fé no Deus vivo e
invisível.
b. Através do nascimento do descendente (semente)
de Abraão, Jesus Cristo.
2. Foi destituído por um tempo do ministério de
ser o mediador da salvação para as nações.
a. Através da cegueira do povo e dos seus líderes
(v. 25).
b. Apesar disto, Israel continua sendo a oliveira:
os escolhidos de Israel, que creem no Senhor,
estão no lugar de todo o Israel junto com os crentes das nações, que são enxertados no
lugar do povo de Israel (Rm 11.4-7,17).
c. A esta igreja de Jesus Cristo (os escolhidos
entre os judeus e as nações) foi confiada a
divulgação do evangelho.
3. Todo o Israel será salvo.
a. Quando o número dos escolhidos entre as
nações estiver completo e a igreja do Senhor
Jesus Cristo for arrebatada da terra (vs. 23-26).
b. Quando o Filho de Deus voltar para reinar na
terra (v. 26).
c. Quando a nova aliança for realizada com
todo Israel e não mais somente com algumas
pessoas de Israel, como acontece hoje (v. 27).

O Senhor vem Rm 11.26
O Senhor virá para…
1. Buscar os seus para si (Jo 14.3; 17.24).
2. Transformar nossos corpos desgastados
(Fp 3.20-21).
3. Restaurar a Israel (Rm 11.26).
4. Pastorear as nações (Ap 12.5; Mt 25.32).
5. Castigar os perversos (2Ts 2.8).
6. Reinar sobre a terra (Ap 20.4).
7. Restaurar todas as coisas
(Rm 8.21; Is 35.1-2)

A volta de Cristo Rm 11.26
O que acontecerá quando Jesus retornar em
glória?
1. Cristo aparecerá visivelmente num cavalo
branco (Ap 19.11).
2. Ele virá com todos os santos e anjos (Ap 19.14).
3. Seus pés estarão sobre o monte das Oliveiras
(Zc 14.4).
4. Israel o reconhecerá e lamentará sobre ele
(Ap 1.7).
5. Ele salvará Israel do poder da besta
(Rm 11.26).
6. Ele julgará as duas bestas (Ap 13) (Ap 19.20).
7. Ele destruirá os exércitos do anticristo
(Ap 19.21).
8. A palavra de Zc 14 se cumprirá.
9. Ele amarrará Satanás (Ap 20.2).
10. Instaurará o milênio (Ap 20.6).
11. Nós reinaremos com ele (Ap 20.4).

A misericórdia de Jesus pelos: Rm 11.32
1. Cegos (Mt 20.34).
2. Leprosos (Mc 1.41).
3. Famintos (Mt 15.32).
4. Enfermos (Mt 14.14).
5. Abandonados (Mc 6.34).
6. Inimigos (Lc 23.34).
7. Homens (Rm 11.32)

Sacerdotes de Deus Rm 12.1
1. O Senhor nos fez sacerdotes pelo seu sangue
(Ap 1.5-6).
2. Desta forma nos capacitou para servir no
Santo dos Santos (Hb 10.19).
3. Somos sacerdotes para oferecermos sacrifícios
a Deus (1Pe 2.5).
4. Como Reis -Sacerdotes anunciamos suas
virtudes (1Pe 2.9).
5. O nosso sacrifício somos nós mesmos
(Rm 12.1).
6. Oferecemos a Deus sacrifícios aceitáveis a
ele (Rm 15.16).
7. Na eternidade, continuaremos o ministério
sacerdotal (Ap 5.9-10).

Uns aos outros Rm 12.10
Na igreja nós devemos:
1. Suportar uns aos outros (Rm 15.1).
2. Agradar uns aos outros (Rm 15.2).
3. Acolher uns aos outros (Rm 15.7).
4. Exortar uns aos outros (Rm 15.14).
5. Ajudar uns aos outros (Rm 15.27).
6. Orar uns pelos outros (Rm 15.30).
7. Amar uns aos outros (Rm 12.10).

Um termômetro espiritual Rm 12.11-14
1. Fervorosos de espírito (v. 11).
2. Zelosos na obra (v. 11).
3. Alegres na esperança (v. 12).
4. Pacientes na tribulação (v. 12).
5. Perseverantes na oração (v. 12).
6. Participantes nas necessidades (v. 13).
7. Praticantes da hospitalidade (v. 13).
8. Abençoando os inimigos (v. 14).

O termômetro espiritual Rm 12.12
Devemos ser:
1. Fervorosos de espírito (Rm 12.11).
2. Ativos no serviço (Rm 12.11).
3. Alegres na esperança (Rm 12.12).
4. Pacientes na tribulação (Rm 12.12).
5. Perseverantes na oração (Rm 12.12).
6. Participantes nas necessidades
(Rm 12.13).
7. Sempre abençoando (Rm 12.14)

Paciência e perseverança Rm 12.12
1. Deus é o Deus da paciência (Rm 15.5).
2. O Senhor Jesus é o exemplo da paciência
(Is 53.7; Mt 27.14).
3. Devemos provar nossa paciência:
a. Na corrida que nos está proposta (Hb 12.1).
b. Esperando o fruto precioso (Lc 8.15).
c. Na tribulação (Rm 12.12; Lc 21.19).
4. Servos devem se destacar pela paciência
(2Co 6.4).
5. As Escrituras louvam a paciência de Jó
(Tg 5.11; Jó 1.21).

Hospitalidade Rm 12.13
1. A hospitalidade:
a. É ordenada na Bíblia (1Pe 4.9).
b. Faz parte das boas obras (1Tm 5.10).
c. É um grande privilégio (Hb 13.2).
d. Devemos praticá -la (Rm 12.13).
f. Tem uma grande recompensa (2Rs 4.9-16).
g. Pratique -a mesmo com inimigos
(2Rs 6.22-23; Rm 12.20).
2. Exemplos de hospitalidade:
a. Abraão (Gn 18.3-8).
b. Melquisedeque (Gn 14.18).
c. Maria e Marta (Lc 10.38; Jo 12).
d. Lídia (At 16.15).
e. O carcereiro (At 16.34).
f. Gaio (3Jo 5-6).

Devemos prestar contas Rm 14.10
1. Sobre nossa vida (1Co 4.5).
2. Sobre nossas atitudes com outros (Rm 14.10).
3. Sobre as nossas motivações (1Co 4.5).
4. Sobre o material com o qual construímos
(1Co 3.12-15).
5. Sobre os bens a nós confiados (Lc 19.12-27).
6. Sobre os talentos que nos foram entregues
(Mt 25.14-30).
7. O Senhor retribuirá a cada um de acordo
com seu trabalho (1Co 3.8; Hb 6.10).

Nós devemos mutuamente Rm 15.7
1. Suportar -nos (Rm 15.1).
2. Agradar -nos (Rm 15.2).
3. Acolher -nos (Rm 15.7).
4. Admoestar -nos (Rm 15.14).
5. Ajudar -nos (Rm 15.27).
6. Lutar juntamente na oração (Rm 15.30).
7. Exortar -nos (Hb 3.13).
8. Considerar -nos (Hb 10.24; Fp 2.3).

Como é Deus? Rm 15.13
Nosso Deus é o Deus…
1. De toda graça (1Pe 5.10).
2. Da paz (Hb 13.20).
3. De amor (2Co 13.11).
4. De toda consolação (2Co 1.3).
5. Da paciência (Rm 15.5).
6. Da esperança (Rm 15.13).
7. Da glória (At 7.2).

O poder do Espírito Santo Rm 15.13
O Espírito Santo é indispensável para os filhos
de Deus em todos os tempos para:
1. Convencer os pecadores (Jo 16.8-11).
2. Iluminar os filhos de Deus (Jo 16.13; Jo 14.26).
3. Dar -lhes o espírito de adoção de filhos
(Rm 8.15; Gl 4.5-6). Segundo Jo 3, fomos
renascidos pela palavra e pelo Espírito e,
clamamos agora: Aba, Pai; e anelamos pela
casa do Pai celeste (Jo 14.1-3; Hb 11.10).
4. Santificar -nos (1Co 6.11; Rm 15.16).
5. Despertar em nós o espírito de oração
(Rm 8.26; Ef 6.18).
6. Dar verdadeira consolação (Jo 15.26).
7. Dar poder para testemunhar (At 1.8).
8. Operar a comunhão entre os crentes (1Jo 1.3;
Fp 2.1).

Alguns sacrifícios do cristão Rm 15.16
1. Do seu corpo (Rm 12.1).
2. Por causa do evangelho (Rm 15.16).
3. Pelo serviço (Fp 2.17).
4. Do louvor (Hb 13.15).
5. Espirituais (1Pe 2.5).
6. Materiais (Hb 13.16; Fp 4.18).

Paulo, um servo de Cristo Rm 15.19
1. O Senhor Jesus foi seu modelo no ministério
(Fp 2.5,7; 3.7).
2. Ele obedeceu plenamente à vontade do
Senhor (At 9.18).
3. Cumpriu com a sua missão (At 9.15,20;
26.19-20).
4. Ele serviu ao evangelho de forma sacerdotal
(Rm 15.16).
5. Ele não dependia dos homens (1Ts 2.9).
6. Ele encheu todo o mundo com o evangelho
(Rm 15.19).
7. Grande foi sua recompensa (Mt 25.21;
2Tm 4.8).

Uma crente exemplar Rm 16.1-2
1. Paulo considerou Febe como:
a. “Nossa irmã”, portanto um membro da
família de Deus.
b. “Uma santa”, isto é, separada para Deus.
c. “Uma serva da igreja”.
2. Seu ministério.
a. Ela assistiu a muitos necessitados e sofredores.
b. Não fez isto por meio da pregação, pois
conforme a Escritura este não é o ministério
da mulher (1Co 14.34; 1Tm 2.12).
c. Paulo diz que Febe também o serviu.
d. Sua casa foi um lar para ele.
3. O pedido do apóstolo e sua justificativa.
a. “Recomendo -vos Febe”.
b. Pois deu assistência a muitos.
c. Como estrangeira necessitava de auxílio.
d. Paulo sentiu -se obrigado a ajudá -la.

fonte:biblia do pregador

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