Lição 5 – CRENDO EM DEUS PAI

MEDITAÇÃO

 “Jesus respondeu: Se eu me glorifico a mim mesmo, a minha glória não é nada; quem me glorifica é meu Pai, o qual dizeis que é vosso Deus” (Jo 8.54). 

 
REFLEXÃO BÍBLICA DIÁRIA 
 SEGUNDA –Isaías 43.10,11 
 QUARTA – Romanos 1.7 
 QUINTA – Gálatas 4.6 

 SÁBADO-João 12.26

TEXTO BÍBLICO BASE 

1 – Estes, pois, são os mandamentos, os estatutos e os juízos que mandou o SENHOR, vosso Deus, para se vos ensina-, para que os fizésseis na tara a que passais a possuir; 
2 – para que temas ao SENHOR, teu Deus, e guardes todos os seus estatutos e mandamentos, que eu te ordeno, tu, e teu filho, e o filho de teu filho, todos os dias da tua vida; e que teus dias sejam prolongados. 
3 – Ouve, pois, ó Israel, e atenta que os guardes, para que bem te suceda, e muito te multipliques, como te disse o SENHOR, Deus de teus pais, na terra que mana leite e mel. 
4 – Ouve, Israel, o SENHOR, nosso Deus, é o único SENHOR. 
5 – Amarás, pois, o SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu poder. 
21 – E aconteceu que, como todo o povo se batizava, saído batizado também Jesus, orando e!e, o céu se abriu,
22 – e o Espírito Santo desceu sobre ele em forma corpórea, como uma pomba; e ouviu-se uma voz do céu, que dizia: Tu és meu Filho amado; em ti me tenho comprazido.
INTERAGINDO COM O ALUNO 

As religiões procuram conceituar os seus deuses de acordo com seus dogmas e arcabouços teóricos diversos. O resultado dessa tentativa, muitas vezes, é a construção equivocada de uma imagem da divindade que elas propõem apresentar ao ser humano. Por isso, prezado professor, você deve ter o cuidado de apresentar ao seu aluno o Deus Pai conforme as Escrituras revelam-nos. Seus alunos, talvez, muitos oriundos de diversas religiões e tradições cristãs distintas, podem apresentar uma imagem de Deus há muito construída de acordo com a experiência religiosa passada. Por isso, estamos diante de um desafio imenso: discipular pessoas, principalmente no Brasil, um país continental e religiosamente plural. 

   Quando você apresentar o Deus da Bíblia, pense que, talvez, o seu aluno terá pela primeira vez o contato com uma reflexão séria acerca de quem é Deus e de sua natureza, segundo as Escrituras. Apresentá-lo como o Pai amoroso, revelado plenamente no seu Filho, Jesus Cristo, é o ponto de partida ideal para que o nosso discipulando inicie a sua caminhada de relacionamento com Deus, segundo a orientação das Sagradas Escrituras. 

OBJETIVOS 

Sua aula deverá alcançar os seguintes objetivos: 
1 Apresentar o Deus Altíssimo conforme as Escrituras, segundo a sua incognoscibilidade e pressuposto bíblico de sua autoexistência.
2 Relacionar o relacionamento de Deus Pai com o Filho e a nossa relação filial com Ele. 
3 Mostrar que as Escrituras enfatizam Deus como o Criador do céu e da terra, do ser humano e da nossa nova vida em Cristo. 
 
PROPOSTA PEDAGÓGICA 
Caro professor, a presente lição entrará no estudo das doutrinas fundamentais da nossa fé. Por isso, quando introduzimos o estudo sobre o Deus Trino, poderemos falar de modo separado e com liberdade das três pessoas que constituem a Santíssima Trindade: Deus Pai, Jesus Cristo, o seu Filho e o Espírito Santo. Ao passo que ao usarmos a nomenclatura “Deus”, o discipulando terá uma ideia clara de que nos referimos ao conceito de divindade na perspectiva trinitária, estudada na lição anterior. Para introduzir a lição, sugerimos que o professor reproduza, conforme as suas possibilidades, o texto abaixo:
Credo Apostólico 
1 – Creio em Deus Pai, Todo-Poderoso, Criador do Céu e da Terra. 
2 – Creio em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, 
3 – o qual foi concebido por obra do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; 
4 – padeceu sob o poder de Pôncios Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; [desceu ao Hades;] 
5 – ressurgiu dos mortos ao terceiro dia; 
6 – subiu ao Céu; está sentado à direita de Deus Pai Todo-poderoso, 
7 – donde há de vir para julgar os vivos e os mortos. 
8 – Creio no Espírito Santo; 9 – na Santa Igreja Universal; [na comunhão dos santos;] 
10 – na remissão dos pecados; 
11 – ressurreição do corpo; 
12 – na vida eterna. Leia o documento com a classe. Em seguida faça um breve comentário sobre a importância dele na Igreja Cristã. Explique que a palavra credo significa “eu creio” e que foi elaborado pela igreja do período patrístico (entre 100—451 d.C.) como declaração pública da convicção que todo cristão seria capaz de aceitar e compreender. Ainda, informe que o Credo Apostólico pode ser dividido em três seções: (1) Deus Pai, (2) Jesus Cristo e (3) Espírito Santo. E que o documento ainda fala da Igreja, do julgamento final e da ressurreição do corpo. Acreditamos que prover ao novo convertido uma aproximação com tais declarações de fé é de muito valor para o seu crescimento de uma sólida e sadia cultura cristã. 
 
INTRODUÇÃO 
O primeiro artigo do Credo Apostólico inicia com o verbo creio: “Creio em Deus, Pai Todo-Poderoso, Criador do céu e da terra”. Este artigo reproduz a maneira que a Bíblia revela Deus aos seres humanos e a verdade que os cristãos creem ao longo da história da Igreja. Ele é o Deus Altíssimo! Ele é Pai! Ele é o Criador do céu e da terra! 

  O Deus que a Bíblia nos apresenta interage com o ser humano necessitado da sua graça salvadora. Esse Deus Todo-Poderoso, que em essência é inatingível e habita em lugares altos (Lc 1.32,35), inclinou-se para a raça humana e revelou-se para todos quantos desejarem conhecê-lo para sempre (Hb 1.1). Sobre Deus, o Criador de todas as coisas, estudaremos nesta lição.

1 .0 DEUS ALTÍSSIMO 

   1.1. Deuses e divindades. As pessoas das mais diferentes culturas clamam por uma divindade. Inconscientemente, o ser humano tem necessidade de buscar respostas em outra fonte para as suas crises existenciais. A ideia de que estamos “soltos neste mundo”, sem quaisquer razões coerentes que nos deem sentido à existência é devastadora para o ser humano sem Deus. Assim, a pessoa humana peregrina por essa terra em busca de explicações para o sentido da vida. Por isso, inventar divindades que preencham o vazio do sentido da vida tem sido a saída para muitos. 
  Antigamente, os deuses tinham rostos, braços, e eram produzidos pelas mãos humanas, pois o reflexo do sentido da vida idealizado pelo ser humano estava representado na figura dos deuses das m itologias. Contemporaneamente, os deuses são produzidos não mais pelas mãos, mas pelo coração humano. Zeus, o deus grego, deu lugar ao dinheiro; Afrodite, a deusa do amor na mitologia grega, deu lugar ao prazer pelo prazer. A sociedade moderna é vazia de significados e só encontra a “felicidade” através do “deus principal” do panteão moderno: o consumismo.
1.2. Incognoscível. 0 Deus apresentado nas Escrituras Sagradas não pôde ser inventado peia mente nem pelo coração de ninguém. Nem podem os nos relacionar com Ele à base de dinheiro. O Deus da Bíblia suplanta o desejo do coração humano e não se coaduna com a imaginação da mente humana. Os “ pensamentos” do Deus Altíssimo são diferentes dos pensamentos dos homens (Is 55.8). Estes, por vezes, não acolhem a manifestação divina nas coisas mais simples da vida (Fp 2.5-8). Neste aspecto, o Deus da Bíblia é incognoscível (o que não se pode conhecer). Ele é diametralmente oposto a tudo o que o ser humano faz, e age de modo que o pensamento humano não pode exauri-lo ou compreendê-lo. Por isso, o homem, por sí mesmo, não pode conhecer a Deus (Rm 11.34,35). Pois quem pode compreender o Deus Trino? Pessoas simultaneamente unidas e trabalhando conjuntamente em favor do homem e do mundo como uma verdadeira comunidade? 
    1.3. Ele prova a si mesmo. Deus é incognoscível, insondável e fora do alcance do ser humano. Por isso Ele se deu a conhecer ao ser humano. Só podemos conhecê-lo pela única e exclusiva iniciativa dEle mesmo (Mt 16.17). Sendo quem É (Êx 3.14), faz e age (Êx 4.1-171 Tm 6.13), qual é a razão de alguém tentar provar a sua existência? Deus, por si mesmo, e por intermédio das Escrituras e de variadas experiências de pessoas simples, prova (sem desejar provar alguma coisa porque Ele não precisa) que é o Deus vivo, presente, que age e se dá a conhecer (Êx 3.14). O advento do seu Filho, Jesus Cristo, é a expressão máxima desse plano divino, em que Deus se revela à humanidade (Hb 1.1). Quão maravilhoso é o Deus Altíssimo! 
 
AUXÍLIO DIDÁTICO 1 
Três conceitos são importantes ao novo convertido aprender: 
  Monoteísmo, Monolatria, Politeísmo e Panteísmo. O Monoteísmo é a convicção de que existe um só Deus. A Monolatria está entre o monoteísmo e o politeísmo. Implica na adoração de um único “deus” , sem negar a existência de outros. Escolhe-se um “deus” dentre vários. O Politeísmo é a adoração a inúmeros “deuses” , onde cada “deus” tem uma função distinta e responsabilidades definidas em relação ao mundo. O Panteísmo é a crença de que “deus” , ou a força divina, está presente no mundo e tudo o que nele existe, neste sentido, a árvore é divina, os animais são divinos, etc. 
  Ao ter o contato teórico com esses conceitos é possível que o novo convertido reconheça a sua vida religiosa pregressa. Por isso é importante, o prezado professor, segundo o tópico ora exposto, esclarecê-lo que o Deus da Bíblia é único e que não há outros deuses (portanto, nos identificamos com o termo monoteísmo), estes por sua vez, através da esperteza humana, tentam distorcer a imagem de Deus. O apóstolo Paulo diz que os deuses na verdade são demônios que enganam e subutilizam o ser humano (1 Co 4.1-6; 1 Co 10.14-21). 
 
2. O DEUS PAI 
    2.1.0 Pai do Filho. O único Deus verdadeiro é Pai por natureza e eternidade. Jesus Cristo disse: “ Meu Pai, que mas deu, é maior do que todos”; em seguida, reafirmou a unidade na Santíssima Trindade: “ Eu e o Pai somos um” (Jo 10.29,30). Assim como um são o Pai, o Filho e o Espírito Santo (Mt 28.19). O Pai demonstrou amor pelo Filho revelando-se no batismo de Jesus: “Tu és meu Filho amado; em ti me tenho comprazido” (Lc 3.22). Deus é um Pai que ama e tem prazer no Filho e, deliberadamente, o doou para a humanidade. É um Pai que não mediu esforços para amar, no seu Filho, a humanidade toda. Um Pai que buscou os perdidos no mundo por todos os caminhos e descaminhos. Num tempo onde muitos possuem uma visão deturpada sobre Deus, precisamos compreender adequadamente a visão bíblica de Deus que ama infinitamente o seu Filho e, por consequência, os seus filhos espalhados pelos quatro cantos do mundo: nós. 
    2.2. O nosso Pai. Se o Deus Altíssimo é Pai de Jesus, Ele é o nosso Pai também e, portanto, somos herdeiros dEle e coerdeiros com Cristo, o nosso irmão (Rm 8.17). Herdeiros de Jesus em seu sofrimento, em sua renúncia ao egoísmo desse mundo, em sua liberalidade de servir ao próximo, pois o Pai serviu o mundo enviando o seu Filho (Jo 3.16). E o Filho também serviu o mundo (Jo 5.17). E nós no Pai e no Filho, somos conclamados a servir o mundo com o grande amor que Ele, o Pai, nos amou (1 Jo 4.7-12). Deus estava em seu Filho derramando o seu amor por toda a humanidade e, por isso, Ele também é o nosso Pai (2 Co 5.19). Cuida de nós, ama-nos e guia-nos em bons conselhos e direção. Deus é o nosso Pai! 
    2.3. Uma relação filial. Num texto em que revela tamanha intimidade com Deus, o apóstolo Paulo diz: “ Porque não recebestes o espírito de escravidão, para, outra vez, estardes em temor, mas recebestes o espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai” (Rm 8.15). Aqui, o apóstolo afirma que, pelo Espírito Santo, temos um relacionamento de filhos com Deus e, pelo mesmo Espírito, de reconhecê-lo “Aba, Pai”, isto é, “a proximidade com o pai”. Uma intimidade que só o Espírito Santo nos dá, um relacionamento de confiança entre Deus e os seus filhos, pois o “mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus” (Rm 8.16). Portanto, cremos em Deus Pai porque Ele é Pai do Filho e Pai de todos nós. O Pai querido que se relaciona conosco em amor e misericórdia por intermédio do Espírito Santo. 
 
 AUXÍLIO DIDÁTICO 2 
A ideia nesse tópico é tralhar com o discipulando o relacionamento de Pai para Filho, Jesus Cristo. Esse relacionamento é a base da identificação paterna da imagem de Deus em o Novo Testamento. Ora, se Deus é Pai, Jesus é o Filho e nós, coerdeiros com Cristo, também somos filhos desse Pai. Portanto, o que deve ficar claro para o novo convertido é que a nossa relação com Deus deve ser nos termos do relacionamento entre pai e filho. Não como patrão e funcionário, gerente e subordinado, imperador e súditos. Não, o relacionamento que deve nortear a nossa vida com Deus é de um filho que reconhece no seu pai a autoridade provinda de um amor inigualável, sublime e gracioso. 
 
3. 0 DEUS CRIADOR 
   3.1. Do céu e da terra. Um universo inteiro, considerado infinito por uns, limitado por outros, em expansão por alguns. Esse mistério ninguém consegue desvendar. O universo tem fim? Origem? Como explicar nenhuma vida inteligente em outros planetas? Até agora nada desconstruiu a certeza do homem de que somos os únicos seres vivos conscientes nesse “ infinito” universo. E os jardins, os frutos frondosos, a beleza da terra, o verde das plantas que nos alimentam e nos protege com sombras? E o azul do mar que nos faz lembrar o quanto somos finitos, pois há um “mundo inexplorado” debaixo das águas? As leis da física, tudo em ordem, nada desajustado. Quando o ser humano intervém na natureza desajusta a sua ordem e causa um caos para outros seres, tudo faz sentido quando compreendemos pela fé que Deus criou todas as coisas (Hb 11.3; Rm 1.18-21). 
    3.2. Do ser humano. O ser humano pensa, por isso, existe, sente e fala. Possui individualidade, mas não consegue ficar desassociado do outro, do próximo. A exemplo da Santíssima Trindade, que trabalha em unidade e comunhão, os seres humanos não podem trabalhar sozinhos. A partir de um homem e de uma mulher, surge a família, a tribo, o Estado e a nação e, finalmente, o mundo. O problema é que o ser humano moderno vive como se o seu Criador não existisse. Ora, como pode uma criatura que leva a imagem do seu Criador abandoná-lo? “ E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança” (Gn 1.26). Pela fé, cremos que Deus criou o ser humano. 
    3.3. De uma nova vida. O ser humano se rebelou deliberadamente contra Deus e afastou-se do seu Criador. Mas Deus, em Cristo Jesus, planejou uma nova reconciliação com o ser humano pecador. Assim, embora o ser humano tenha praticado todas as mazelas possíveis e impossíveis, pôde encontrar salvação, justificação, regeneração em Jesus por intermédio do seu sacrifício suficiente na Cruz do Calvário (Ef 2.16). Diferentemente da vida antiga, em Cristo, Deus fez novas todas as coisas: “Eis que faço novas todas as coisas” (Ap 21.5), pois “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2 Co 5.17). Você é nova criação de Deus! Pela fé cremos que o Senhor tem chamado para o seu aprisco todos aqueles que se arrependeram de todo coração. E quando encontramos em Jesus esse sentido para a vida, é porque tudo novo se fez. 
 
 AUXÍLIO DIDÁTICO 3 
Se Deus é Único, é Pai amoroso, logo sabemos com a certeza das Escrituras (Hb) que Deus criou o mundo e tudo o quanto nele existe, pois os seus propósitos “não podem ser separados da sua criação. Deus criou o Universo objetivando comunhão eterna com a humanidade. Os escritores sagrados, de forma inequívoca, atribuem a criação — tudo que existe e ‘não é Deus’ — ao Deus trino e uno. Sendo Deus Criador, somente Ele merece nosso reverente temor e adoração. O fato de que o mesmo Deus está agora sustentando o Universo oferece-nos confiança durante as provações da vida. Além disso, a cosmovisão bíblica (à luz criacionista) afirma que a criação física é basicamente ordeira (tornando possível a ciência) e benéfica à existência humana. Além disso, os seres humanos são ‘bons’ quando em relacionamento com Deus. E, finalmente, a totalidade da criação está avançando na direção do clímax redentor em Jesus Cristo, nos ‘novos céus e nova terra’” (HORTON, Stanley. (Ed). Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. 10.ed. Rio de Janeiro: CPAD, p.242). 
 
CONCLUSÃO 

Cremos em Deus Pai Todo-Poderoso, o Criador do Céu e da Terra. O Deus que é Pai do Filho e Pai nosso também. No Deus que criou o universo, o mundo e tudo o que nele há. No Deus que formou o ser humano e, nele, projetou a sua imagem e semelhança. Cremos no Deus único e verdadeiro que tomou a sua vida, prezado discipulando, e o salvou, desconstruindo toda a realidade do pecado e da indignidade. Sim, Deus é o seu Pai. Pai de amor e Pai de misericórdia. O Espírito Santo testifica essa verdade com o nosso espírito (Rm 8.16).

VERIFIQUE SEU APRENDIZADO

1 . Par quem as pessoas de todas as culturas clamam? 
 Por uma divindade. 
 
2 . 0 que é incognoscivel? 
 Aquilo que não se pode conhecer. 
 
3 . 0 que justifica não se tentar provar a existência de Deus? 
 Sendo um Deus que É (Êx 3.14), faz e age (Êx 4.1 -17; 1 Tm 6.13) não faz sentido tentar provar a existência de alguém que notoriamente, e segundo as Escrituras, existe. 
 
4 . Cite textos bíblicos que confirmem que DeuséPai 
 Jo 10.29,30; Mt 28.19; Lc 3.22. 
 
5 . Por que è necessário para o ser humano uma mova vida em Deus? 
 Porque esse ser humano rebelou-se contra Deus e afastou-se dEle

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