É m uito difícil definir a origem do m ovim ento Nova Era, um a vez que não possui um a o rganização
form al. Na verdade, trata-se de um conjunto bastante am plo de conceitos, cujo objetivo
é destruir a visão judaico-cristã da sociedade em substituição a um a visão m ística e panteísta,
sem elhante à visão do hinduísm o.
M esm o assim, podem os ligar o M N E com a Sociedade Teosófica de H elena Blatavsky, p o p u ­
larizado m undialm ente pela atriz Shirley M acL ainena década de oitenta. Seus seguidores acreditam
que estam os en tran d o na era de A quário, que superará a de peixes, m arcada pela cultura ju
daico-cristã. Crêem que esta era trará um novo Avatar, cham ado M aytreia (conceito budista) ou
m estre ascencionado Saint G erm an.
Sua filosofia é fortem ente relativista. O u seja, busca reunir em seu seio conceitos de todas as
religiões. Entre os escritos m ais reverenciados p o r seus seguidores, o de m aior destaque é Conspiração
aquariana, de autoria de M erilyn Fergussen (considerado a Bíblia da Nova Era), e tam bém
as antigas escrituras de I Ching, obras hindus, budistas e taoístas. Valoriza, ainda, as crenças dos
índios norte-am ericanos, a astrologia, o m isticism o e a magia.
É panteísta: acredita que tu d o é D eus e D eus é tudo, m as D eus seria apenas um a força im pessoal,
não um a pessoa. Os hum anos têm poder interior sem restrições e precisam liberá-los
Encara Jesus tal com o Jesus é visto n o hinduísm o, não com o M essias o u Salvador pessoal,
m as com o um m odelo espiritual e guru, um Avatar. Jesus foi u m adepto da Nova Era (é cham ado
de Issa), pois liberou o poder divino da m esm a m aneira que qualquer u m pode fazer. M uitos dos
adeptos desse m ovim ento crêem que Jesus foi à índia, ao Tibete e à Grécia para aprender verdades
místicas. Jesus não ressuscitou fisicam ente, m as ascendeu a um reino espiritual m ais evoluí­
do. Alguns grupos falam do C risto cósm ico, que seria o C risto existente em cada ser hum ano; ou
seja, cada pessoa é u m Cristo.
C onsidera o hom em com o sendo Deus. Supervaloriza a capacidade h u m an a e busca desenvolvê-la
pela prática da ioga, dos m antras, da m editação transcendental.
Desenvolveu sua p ró p ria m edicina, a qual cham a de holística (de holos= to dos), a fim de tra ­
tar o hom em física e espiritualm ente. E ntre suas práticas, destacam -se, a acu puntura, os florais de
Bach, a m usicoterapia, a crom oterapia, a regressão hipnótica, o uso de cristais e as pirâm ides.
D ifunde am plam ente a reencarnação, pratica um tipo de m ediunidade sob o nom e de canalização,
p o r m eio da qual diz canalizar os “m estres ascencionados do U niverso”. Crê em gnom os,
duendes, fadas e outros seres da m esm a espécie, que classifica de elem entais.

FONTE: APOLOGETICA ICP

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