Quando eu era adolescente, assisti ao filme “Fé Demais não Cheira
Bem”, estrelado pelo famoso comediante norte-americano Steve Martin, que
interpreta o super-pregador Jonas Nightingale. Juntamente com uma
assessora, Jane (Debra Winger), e sua “equipe de milagres”, ele viaja por
diversas cidades dos Estados Unidos, fazendo paradas e montando uma
tenda onde realiza cerimônias religiosas em forma de shows.
Ao chegarem a cada localidade, os auxiliares de Jonas inspecionam os
moradores, em especial os que passam por problemas graves. E, na hora do
show, por um ponto eletrônico, falam ao pregador onde a pessoa está
assentada e qual é sua doença. Ele então se dirige a ela e, por meio de
“revelação”, discorre sobre os seus problemas. A vítima, impressionada, se
regozija, empolgando os participantes do “culto”. Inúmeros fiéis são
enganados, e os falsários arrecadam muito dinheiro. Mesmo assim, escapam
ilesos de todas as circunstâncias embaraçosas.
Lembro-me de que fiquei irritado com essa produção cinematográfica,
em razão de o seu protagonista ser um pregador charlatão e ilusionista, que
tinha como objetivo enriquecer enganando fiéis… Bem, eu já revi os meus
conceitos. Lamentavelmente, apesar dos exageros contidos no filme, há, em
nossos dias, muitos obreiros fraudulentos, enganando pessoas com falsos
discursos. O Senhor Jesus foi claro ao dizer que os enganadores são
conhecidos pelos seus frutos (Mt 7.15-20).

 

fonte: Mais Erros que os Pregadores Devem Evitar – Ciro Sanches Zibordi

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