No Milénio, o mundo finalmente saberá o que significa a expressão
“Paraíso na Terra”. Não haverá nenhuma guerra (Ez 39.9,10;
Is 2.4; Mq 4.3,4). O Egito e a Assíria — que hoje compreendem
parte dos territórios da Síria e do Iraque — temerão ao Senhor, ao
lado de Israel (Is 19.21-25). O que hoje é inconcebível, haja vista
essas nações, em suas atuais configurações, representarem uma
ameaça constante aos israelenses, se tornará realidade.
A paz será abundante (Is 54.13). Toda e qualquer oposição ao
Reino será coibida. Não haverá a supremacia de uma nação, como
vemos hoje. Embora a sede do governo seja Jerusalém, é o Senhor
Jesus quem reinará sobre a Terra, e não Israel: “naquele dia um só
será o Senhor, e um só será o seu nome” (Zc 14.9). Ninguém reclamará
de injustiça por parte do Rei, pois Ele “julgará com justiça os
pobres, e repreenderá com equidade os mansos da terra, e ferirá a
terra com a vara de sua boca, e com o sopro dos seus lábios matará
o ímpio” (Is 11.2).
Haverá muita fertilidade no género humano: “E as ruas da cidade
se encherão de meninos e meninas, que nelas brincarão” (Zc
8.5; Jr 30.19; 33.22; Os 1.10; Is 60.22). Todos terão um lugar
onde morar: “E edificarão casas e as habitarão; plantarão vinhas e
comerão o seu fruto. Não edificarão para que outros habitem, não
plantarão para que outros comam, porque os dias do meu povo
serão como os dias da árvore, e os meus eleitos gozarão das obras
das suas mãos até à velhice” (65.21,22).
O instinto de ferocidade dos animais cessará (Is 11.6-9; 35.9;
65.25; Ez 35.25). Eles não mais se atacarão nem serão agressivos
quando os seres humanos se aproximarem; voltarão a comer ervas
(Gn 1.30). Haverá também longevidade e saúde para todos (Zc
8.4,5, Is 65.19-22). Hoje, há muitas enfermidades, todas decorrentes
dos efeitos deletérios do pecado. O germe deste ainda estará
no coração dos povos naturais. Contudo, ele não mais terá poder
sobre o corpo das pessoas: “E morador nenhum dirá: Enfermo
estou; porque o povo que habitar nela será absolvido da sua iniquidade”
(33.24). A morte, pois, será uma exceção, e não uma
regra (65.20).
Não é isso uma Nova Ordem Mundial?

 

fonte: Erros Escatológicos que os Pregadores Devem Evitar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *