Quem é o maior referencial para os pregadores de hoje? Não são os
grandes homens de Deus dos tempos do Antigo Testamento, como Moisés,
Samuel, Davi e Elias, apesar de suas notáveis biografias (Hb 1.1,8,9; 11.1 a
12.2). Não é João Batista, o precursor de Cristo, cheio do Espírito desde o
ventre materno e considerado o maior profeta entre os nascidos de mulher
(Lc 1.15; Mt 11.11).
Também não é Paulo — principal apóstolo e doutor dos gentios,
arrebatado ao Paraíso, no terceiro céu, onde ouviu coisas inefáveis, e autor
de treze epístolas (2 Co 12.12; 2 Tm 1.11; 2 Co 12.1-4) — o maior pregador
de todos os tempos. Não são, ainda, os apóstolos Pedro e João, apesar de
seus bem-sucedidos ministérios (At 3.1; 8.14). Um foi o primeiro grande
pregador pentecostal e autor de duas epístolas, e o outro, autor do Evangelho
que apresenta Jesus como Deus, de três epístolas e do Apocalipse.
Os maiores referenciais para os pregadores de hoje também não são o
mártir Estêvão ou o diácono-evangelista Filipe, homens de boa reputação,
cheios do Espírito e de sabedoria (At 6-8). Não são, ainda, os valorosos
obreiros que deixaram as suas marcas nas páginas da História da Igreja,
como Crisóstomo — a “boca de ouro” —, Agostinho, Lutero, Moody,
Spurgeon, Finney, Gunnar Vingren, N.L. Olson, Eurico Bergstén, Samuel
Nystrõm, Valdir Nunes Bícego, etc.
Nas páginas da Bíblia Sagrada e da História Eclesiástica há muitos
obreiros cujas vidas devem ser imitadas. O autor de Hebreus até disse,
apropriadamente: “Lembrai-vos dos vossos pastores, que vos falaram a
palavra de Deus, a fé dos quais imitai, atentando para a sua maneira de
viver” (13.7). No entanto, de acordo com a Palavra do Senhor, o nosso maior
exemplo é o Senhor Jesus Cristo, em tudo (Jo 13.15; Mt 11.29; At 1.1).

 

fonte: Mais Erros que os Pregadores Devem Evitar – Ciro Sanches Zibordi

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