Em nossos dias, a modéstia passa longe de líderes e pregadores
inescrupulosos, cujo objetivo maior é enriquecer valendo-se de estratégias
que nada têm que ver com a evangelização. Não obstante, pelo fato de
viajarem pelo mundo à custa da oferta dos fiéis ou de altos cachês, eles se
autodenominam “os maiores evangelistas deste século”.
Parem com isso, por favor! Vocês sequer falam de Jesus! Aprendam
com o Pregador-modelo, o Mestre Jesus Cristo, que dizia: “A minha doutrina
não é minha, mas de meu Pai que me enviou” (Jo 7.16). Mas, o que têm feito
vocês, “pregadores cotonetes” (2 Tm 4.3), propagadores de “agradáveis”
mensagens que “coçam” os ouvidos? Tomem uma posição enquanto há
tempo, pois as suas desculpas naquele Dia não os livrarão do fogo do Inferno
(Mt 7.21-23).
Desafio, neste último capítulo, a todos os pregadores, iniciantes e
experientes, a submeterem o seu ministério ao crivo da Palavra de Deus. E,
para fazer isso, nada melhor do que olhar para a vida de Cristo. Afinal, está
escrito: “Todo aquele que diz que está nele também deve andar como ele
andou” (1 Jo 2.6). Você deseja andar como o Mestre andou? Ou prefere, a
cada dia, inventar novas maneiras de conquistar o público? Com quem é o
seu compromisso, com o povo, com o seu sentimento, com a sua conta
bancária, ou com o Senhor Jesus Cristo?

 

fonte: Mais Erros que os Pregadores Devem Evitar – Ciro Sanches Zibordi

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