Certo escritor, já falecido — cujas iniciais do seu nome são K.H. —,
fez muitos discípulos (e alguns fanáticos) no Brasil, apesar de nunca ter
demonstrado amor e fidelidade à Palavra de Deus. Alguém pode até duvidar
do que Jesus disse, mas, se criticar as falácias do papai H., prepare-se para os
ataques dos triunfalistas de plantão!
No Brasil, estão entre os fiéis seguidores de K.H. um famoso
telemissionário, cantores-ídolos e outros telepregadores.
Ah, os animadores de platéia também têm bebido dessas fontes
escuras e turvas. Resultado: todos eles mandam o povo liberar uma palavra
rhema, pela qual podem pretensamente trazer à existência o que não existe…
“Isso é uma questão de fé”, alguém argumentará. Não obstante, a fé
também deve ser controlada pela Palavra de Deus, a nossa regra de fé, de
prática e de viver. A origem de uma profecia — profecia mesmo, e não
confissão positiva — não é a nossa fé. Afinal, não é a declaração do crente
que é viva, eficaz e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes, e
sim a Palavra de Deus (Hb 4.12), não é mesmo?

 

fonte: Mais Erros que os Pregadores Devem Evitar – Ciro Sanches Zibordi

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