Lição 10 – O CUIDADO COM O VENTO DE DOUTRINA

jovens 1° trimestre 2024

10 de Março de 2024

TEXTO PRINCIPAL
Jesus respondeu e disse-lhes: A minha doutrina não é minha, mas daquele que me enviou. Se alguém quiser fazer a vontade dele, pela mesma doutrina, conhecerá se ela é de Deus ou se falo de mim mesmo. (Jo 7.16,17)

RESUMO DA LIÇÃO
As Escrituras Sagradas nos ajudam a identificar os falsos ensinos, nos preparando para resisti-los.

LEITURA SEMANAL
SEGUNDA – 2 Tm 3.1,2 Tempos trabalhosos

TERÇA – 1 Pe 5.6-8 Humildade e vigilância

QUARTA – Jo 16.33 Bom ânimo para vencer o mundo

QUINTA – Ef 6.10-13 A armadura de Deus

SEXTA – Mt 22.34-40 O amor a Deus e à sua Palavra é proteção contra o engano doutrinário

SÁBADO – Sl 119 97-99 O amor à Palavra de Deus torna o homem mais sábio

OBJETIVOS
• MOSTRAR as tendências atuais das falsas doutrinas;
• CONSCIENTIZAR da resistência do crente contra as falsas doutrinas;
• SABER que o crente deve amar a Deus e a sua Palavra.

 

INTERAÇÃO

Na lição deste domingo estudaremos a respeito da preciosidade da doutrina bíblica e os perigos das falsas. Veremos o que a Bíblia diz a respeito de “vento de doutrina”, a fim de que seja identificado, resistido e vencido. O objetivo também é conscientizar os alunos de como podemos identificar as atuais falsas doutrinas e como resistir aos seus ataques, mantendo assim o amor a Deus e à sua Palavra acima de todas as coisas.
Não podemos nos render aos apelos mundanos do nosso tempo. Precisamos identificar os males que assolam essa geração a fim de enfrentá-los e vencê-los. Na pós-modernidade, temos visto a rejeição dos valores morais.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Prezado (a) professor(a), depois de fazer a leitura do texto bíblico em classe, explique que em “Efésios 4. Pauto ensina que a ‘unidade do Espírito’ (v. 3) e a ‘unidade da fé’ (v 13) são mantidas e aperfeiçoadas por:
(1) aceitar somente a fé e a mensagem dos apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres do Novo Testamento;
(2) crescer na graça, em maturidade espiritual e em Cristo sob todos os aspectos (v. 15), e ser cheio da plenitude de Cristo e de Deus;
(3) não permanecer como criança, aceitando ‘todo o vento de doutrina’, mas, pelo contrário, conhecer a verdade, e assim saber rejeitar falsos mestres (vv. 14, 15)” [Bíblia de Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, 2013, p. 1811).

TEXTO BÍBLICO
Efésios 4.11-16

11 E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores.
12 Querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo.
13 Até que todos cheguemos à unidade da fé e ao conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito, à medida da estatura completa de Cristo.
14 Para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo vento de doutrina, pelo engano dos homens que, com astúcia, enganam fraudulosamente.
15 Antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo.
16 Do qual todo o corpo, bem ajustado e ligado pelo auxílio de todas as juntas, segundo ajusta operação de cada parte, faz o aumento do corpo, para sua edificação em amor.

INTRODUÇÃO
Estamos estudando a respeito da preciosidade da doutrina bíblica e advertindo sobre os perigos das falsas doutrinas que conduzem as pessoas ao erro e às práticas pecaminosas. Na lição deste domingo, veremos uma análise a respeito do que a Bíblia chama de “vento de doutrina”, a fim de que este seja identificado, resistido e vencido. Vamos também ver como podemos identificar as atuais falsas doutrinas e como o crente pode e deve resistir aos seus ataques, mantendo assim o amor a Deus e à sua Palavra acima de todas as coisas.

 

I – TENDÊNCIAS ATUAIS DAS FALSAS DOUTRINAS

1. Tempos pós-modernos. O crente não conseguirá manter uma fé genuína em Deus se ele não conhecer as tendências e os desafios de seu próprio tempo. Nesse caso, que tempos são os atuais? Quais as principais marcas da atualidade?
A Bíblia faz sérios alertas sobre o perigo que cerca o crente no que se refere ao “presente século” (2 Co 4.4; 2 Tm 4,10; Tt 2.12). Para que não se renda aos apelos mundanos e carnais de seu tempo, o crente precisa ser capaz de identificar os seus males, a fim de enfrenta-los e vencê-los.
O tempo atual tem sido chamado de “pós-moderno”, cujo sentido pode ser resumido como o movimento da cultura que rejeita os valores da modernidade e vê com desconfiança os princípios racionais e universais. Na prática, o mundo pós-moderno desvaloriza a lógica e o sentido das coisas, dando ênfase ao que foge à regra.
2. Tempos de desconstruções. A pós-modernidade foi disseminada, principalmente, pelo pensamento de alguns teóricos que representam a ideia deste tempo, que busca afrontar a fé cristã. A ideia destes teóricos é a de que o conhecimento herdado, seja religioso ou familiar não pode ser considerado uma verdade absoluta, pois é fruto da mente humana, apenas. Para alguns teóricos da pós-modernidade as palavras, conhecimento e poder estão relacionadas de forma que o discurso não tem a intenção somente de comunicar, mas de estabelecer domínio e poder. Eles também propagam a desconstrução das bases pré-estabelecidas pois para tais pensadores, são apenas criações humanas. A desconstrução do conhecimento herdado, da palavra falada e da palavra escrita representa a destruição da tradição, do ensinamento e da Palavra de Deus, pilares do Cristianismo. Sendo assim, o vento atual é o da desconstrução em torno da fé na Palavra de Deus.
3. Espiritualidade sem vida. A mentalidade pós-moderna traz consigo aquilo que tem de mais nocivo à fé cristã na atualidade, pois ela defende o fim do padrão, principalmente o bíblico. Logo, a verdade é particularizada, a autoridade é desrespeitada, a moralidade é circunstancial e os relacionamentos são “descartáveis”.
A espiritualidade sem compromisso com a igreja local é um fenômeno pós- -moderno que está no âmago da maioria dos desvios doutrinários da atualidade. Os seus adeptos não minimizam a importância da espiritualidade; entretanto, desvinculam-na de qualquer compromisso com uma denominação, e até mesmo com uma liderança espiritual, afinal de contas, o que importa é o sentir-se bem e viver conforme os próprios padrões.
Na espiritualidade pós-moderna é possível ter “experiências sobrenaturais” sem compromisso com a verdade da Palavra de Deus, mesmo porque, ela é a espiritualidade do sentir e não do viver.

SUBSÍDIO 1
Professor (a) , explique que a Palavra de Deus vem sendo lida, ensinada e pregada em praticamente todo o mundo. Ela tem o poder de mudar a vida das pessoas, e nos revela o que Deus deseja que saibamos para sermos salvos e igualmente nos tornarmos cidadãos dos céus. Entretanto, essa mesma Palavra de Deus pode ser mal interpretada e mal aplicada, e Satanás nos mostra isso quando tenta pela segunda vez ao Senhor Jesus.
Em nossos dias, tem proliferado, principalmente com o advento das tecnologias que conectam pessoas, diversos palestrantes e pregadores que, por falta de sabedoria ou por má intenção, diluem as verdades das Sagradas Escrituras, tornando-as adaptáveis às escolhas dos ouvintes e criando um grupo de pessoas que busca adaptara Palavra de Deus às suas necessidades e desejos. Jesus foi tentado a utilizar a Palavra de Deus de forma equivocada, para atender a um desafio que colocava em xeque a sua comunhão com Deus. Entretanto, o Senhor Jesus venceu a tentação de aplicar mala Palavra de Deus para a vida e agir de forma direcionada nessa aplicação, pois Ele conhecia a Palavra, e não agiu de forma independente, sem consultara Deus, nem fazendo seus próprios planos e saindo do projeto para o qual Deus o havia chamado.

 

II – A RESISTÊNCIA DO CRENTE

1. O mundo a ser resistido. O crente é desafiado a vencer a tentação (1 Co 10.13), o Diabo (Tg 4.7) e o mundo (1 Jo 5.4). Antes de identificaras características do mundo e qual o meio eficaz de vencê-lo, é preciso compreender o que o apóstolo João quer dizer com o termo “mundo”. A palavra “mundo” na Bíblia tem algumas variações, mas aqui ela vem do grego hosmos, que literalmente quer dizer “algo ordenado”, e que aqui assume também uma relação com “sistema ordenado”, ou ainda, “sistema mundano”. Esse sistema representa muito bem o “espírito do anticristo”, cuja principal marca é a de ser “contra tudo o que se chama de Deus” (2 Ts 2.4), ou seja, este mundo é inimigo de Deus, de seu povo e de sua Palavra. Portanto, este é o mundo a ser resistido pelo crente fiel.
2. Um mundo sem fundamentos. Qual a característica do mundo atual? De que forma a fé cristã é testada e desafiada atualmente? A respeito deste tempo, o sociólogo e filósofo Zygmunt Bauman caracterizou a Pós-Modernidade como “sociedade líquida”, cuja marca principal é a fluidez, isto é, a não solidez das relações em seus mais variados aspectos, resultando assim na falta de comprometimento e relacionamentos sem profundidade e descartáveis.
Nesse contexto de instabilidade e ausência de fundamentos sólidos, a doutrina cristã é colocada à prova o tempo todo, aliás, isso foi previsto pelo apóstolo Paulo ao falar de um período por ele chamado de “tempos trabalhosos” (2 Tm 3.1). O justo diante do deslocar dos fundamentos estruturais da vida, remonta os tempos bíblicos (Sl 11.3; Hc 1.4). Portanto, assim como os salmistas e o profeta Habacuque foram desafiados, os crentes da atualidade o são e devem manter firme a sua fé, mesmo em um mundo sem fundamentos sólidos.
3. A vitória que vence o mundo. O apóstolo João afirma que “a vitória que vence o mundo” é “a nossa fé” (1 Jo 5.4). Mas, afinal, que é esta fé capaz de vencer o mundo?
Qual o seu significado e como o crente deve utilizar-se dela na tarefa de resistir ao mundo atual, junto de seus ventos de doutrinas? Em primeiro Lugar, não se trata de qualquer fé. Não é uma fé subjetiva, pois o apóstolo é objetivo em dizer “a nossa fé”, que remonta ao texto de Judas que, incentivando os seus leitores, disse que eles deveriam “batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos” (v. 3). O Senhor Jesus é o autor desta fé (Hb 12.2) e ela é dada por Deus aos crentes (Ef 2.8), Em segundo lugar, esta fé oferece condições ao crente para que resista aos constantes ataques de seu adversário. Paulo compara a fé a um escudo, com evidência clara de que ela cumpre um papel de defesa aos ataques do Diabo (Ef 6.16).
O escritor aos Hebreus afirma que a fé oferece firmeza e garantia ao crente em todo o tempo e em todas as circunstâncias. Após 0 salmista perguntar sobre a condição dos justos enquanto vê os fundamentos da Terra serem abalados, ele declara a soberania de Deus e o seu controle sobre tudo o que ocorre na terra (Sl 11.4). Sendo assim, a fé é a arma adequada para o crente resistir aos ventos atuais de doutrina, mantendo-se firme sobre a Rocha que é Jesus Cristo.

SUBSÍDIO 2
Satanás também sabe citara Palavra de Deus quando lhe convém, mas ele sempre o fará com propósitos malignos. Suas hostes criam doutrinas de demônios, induzindo incautos a lerem as Escrituras pela metade, ou a citarem partes da Palavra de Deus desprezando o contexto em que elas estão inseridas, desrespeitando regras de interpretação já definidas e soprando ventos de doutrinas para o povo de Deus.
Satanás tem se aproveitado desses fatores e atraído muitas pessoas para igrejas que se propõem a fazer do culto um show, com atrações que façam lotar o santuário, onde o homem, e não Deus, é o centro das atenções. Liturgias são preparadas para que o homem seja destacado, tornando-o uma celebridade digna de ser seguida. Há bastante tempo, certo pregador argentino comentou que compareceu a um evento no qual um grande pregador compareceria para ministrar. Antes da ministração, as luzes se apagaram, e o apresentador ao microfone disse: “E agora, com vocês, o grande servo de Deus, pastor esse pregador argentino, de forma radical, terminou seu relato dizendo que não existe grande servo de Deus, pois se ele é servo, não é grande, e se é grande, não é servo. Não há nada errado em se honrar uma pessoa que se destacou, mas é errado fazer dessa pessoa o centro das atenções onde Deus está. Ou Deus tem a primazia em nossas vidas ou não tem, E podemos ser pessoas que dão primazia a Deus quando não somente damos crédito à sua Palavra, mas também quando nos guardamos de tentá-lo.
Interpretar de forma errada as Escrituras pode ter implicações sérias para a vida dos cristãos. Satanás tentou Jesus a agir por conta própria, interpretando a Palavra sem respeitar o seu devido contexto, conduzindo, possivelmente, a uma ação não orientada por Deus. Sem a orientação de Deus, Jesus poderia ter colocado a sua vida em risco, e atrair pessoas a um espetáculo, e não para a mensagem do evangelho. Que isso nos sirva de lição: respeitemos as regras de interpretação das Escrituras, e não ajamos de forma imprudente, imaginando que Deus irá chancelar todas as nossas ações.

 

III – AME O SENHOR, AME A SUA PALAVRA

1. Criados para amar. Dentre as virtudes apresentadas na Palavra de Deus, o amor é a mais nobre e sublime. Entretanto, a Bíblia ensina que o amor deve ser empregado na direção correta, caso contrário, os seus efeitos serão desastrosos, como o “amor ao dinheiro” que traz consigo males e dores (1 Tm 6.10) ou quando o homem é “amante de si mesmo” (2 Tm 3.2).
A expressão “afeição” é usada para demonstrar a pureza e a força do amor, pois indica a forte inclinação para algo, capaz de levar uma pessoa a abrir mão de sua própria vida em favor do outro (1 Ts 2.8). O amor é condutor das boas ações humanas, ele determina a direção a ser trilhada.
O homem foi criado para amar a Deus, entretanto, o pecado desvirtuou esse propósito, levando-o a desviar-se do seu amor. Em Cristo, o homem tem todas as condições para amar e redirecionar o seu amor a Deus (Rm 14.8).
2. Ame ao Senhor. O texto de Deuteronômio 6.5 serve como referência quanto à forma adequada do ser humano se relacionar com o Criador. O próprio Senhor Jesus reverberou esta ordem (Lc 10.27). Em todo o Novo Testamento há incentivo ao amor a Deus e a Cristo, sob graciosas promessas (Rm 8.28; 1 Co 2.9; 8.3; Ef 6.24).
O salmista afirmou que os que amam a Deus têm a garantia de sua eficaz proteção, fazendo-o triunfantes nas mais diversas batalhas. Portanto, o amor a Deus é também uma forma de resistência aos ataques das tendências atuais das falsas doutrinas, pois o crente que ama ao Senhor lutará – intencionalmente – por agradá-lo, inclusive, rejeitando todo o tipo de desvio da verdade de sua Palavra.
3. Ame a sua Palavra. Além do amor a Deus, o amor à sua Palavra é também um recurso poderoso no processo de enfrentar, resistir e vencer as tendências atuais das falsas doutrinas. O salmista declarou o seu amor pela Palavra de Deus (Sl 119.97) e, conforme o seu próprio testemunho, os resultados desse seu compromisso com a verdade são: meditar na Palavra de Deus “em todo o dia” (v. 97), desviar os seus pés “de todo caminho mau” (v. 101) e aprender a aborrecer e a rejeitar “todo falso caminho” (v. 104). A partir das palavras do salmista é possível perceber que, além de outras garantias, o amor pela Palavra de Deus possibilita a identificação dos falsos caminhos, evitando o erro, a fim de agradar a Deus que deve ser amado acima de todas as coisas.

SUBSÍDIO 3
O caminho que conduz a Deus é estreito e árduo. Basta observar com atenção as prerrogativas do Sermão do Monte, e você verá o caminho a ser percorrido pelos súditos do Reino de Deus (Mt 5-7). Seguir a Cristo envolve renúncia, perdão e amor. Vivemos em uma sociedade em que falar a respeito de amor pode soar como algo piegas. Muitos incentivam e exaltam o ódio e a vingança.
É preciso ser firme e consciente de que Deus reprova toda e qualquer atitude de ódio e que Ele julgará toda forma de iniquidade: “Ante a face do Senhor, porque vem. porque vem a julgar a terra; julgará o mundo com justiça e os povos, com a sua verdade” (Sl 96.13). Deus quer usar sua vida, perdoada e redimida, para proclamar o verdadeiro amor ao mundo (1 Pe 2.9-11). Contudo, para que você seja usado dessa forma, será preciso lutar contra o pecado e contra a maneira de pensar deste mundo. A falta de santidade conduz a inutilidade. Jesus, porém, advertiu-nos: “Vós sois o sal da terra; e, se o sal for insípido; com que se há de salgar? Para mais nada presta, senão para ser lançado fora e ser pisado pelos homens. Jesus, nosso Salvador, deve ser nosso exemplo; Ele viveu neste mundo em submissão às ordens e à vontade do Pai. Ele buscava fazer aquilo que agradava ao Senhor Deus. Sabemos que Ele experimentou a vida como um trabalhador e cidadão e enfrentou as mesmas dificuldades da modernidade; mas em tudo agradou ao Pai. Jesus Cristo era e é autêntico e exigiu e exige tal atitude dos seus seguidores.

 

CONCLUSÃO

O Diabo não desistiu de disseminar desvios doutrinários no meio da igreja, com o intuito de promover o seu enfraquecimento espiritual. Percebe- -se também que as suas formas são atualizadas conforme o tempo, o que impõe à igreja o desafio de identificaras tendências atuais das falsas doutrinas. Essa lição apontou que, atualmente, a pós-modernidade representa a essência desses desvios e que somente por meio da fé genuína é que o crente resistirá aos ataques deste tempo. A igreja deve fortalecer-se na fé, renovar o seu amor para com Deus e a sua Palavra.

HORA DA REVISÃO
1. Segundo a lição, o que é preciso para que o crente não se renda aos apelos mundanos e carnais?
Para que não se renda aos apelos mundanos e carnais de seu tempo, o crente precisa ser capaz de identificar os seus males, a fim de enfrentá-los e vencê-los.

2. Como o tempo atual tem sido chamado e qual o sentido do termo?
O tempo atual tem sido chamado de “pós-moderno”, cujo sentido pode ser resumido como o movimento da cultura que rejeita os valores da modernidade e vê com desconfiança os princípios racionais e universais.

3. Qual o fenômeno pós-moderno que está no âmago da maioria dos desvios doutrinários da atualidade?
A espiritualidade sem compromisso com a igreja.

4. O que a mentalidade pós-moderna traz consigo que é nocivo à fé?
A mentalidade pós-moderna traz consigo aquilo que tem de mais nocivo à fé cristã na atualidade, pois ela defende o fim do padrão, principalmente o bíblico.

5. Segundo o Evangelho de João, o que nos faz vencer o mundo?
A nossa fé.

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