Até o nome de uma pessoa é considerado uma espécie de confissão
pelos triunfalistas de plantão. Se alguém tiver um nome de batismo com
significado negativo (segundo um famoso pregador e escritor brasileiro),
precisa adotar uma alcunha, a menos que não queira livrar-se dessa
maldição! Em um de seus livros, tal pregador conta até o caso de uma irmã
que só teve vitória depois de começar a apresentar-se como Maria de Jesus,
renunciando ao nome de registro: Maria das Dores.
Não há nenhum apoio bíblico à confissão positiva, a menos que
torçamos a Palavra de Deus, interpretando textos a bel-prazer, extraindo-os
de seus contextos, como muitos têm feito (2 Co 2.17; 4.1-2). E, se fizermos
isso, encontraremos passagens isoladas para corroborar não apenas essa
doutrina triunfalista, mas para justificar todas e quaisquer heresias! Até o
Diabo usou versículos bíblicos para tentar Jesus! Portanto, não confundamos
a legítima oração da fé com a falaciosa confissão positiva, que transfere para
o homem o poder da viva e eficaz Palavra de Deus (Hb 4.12). E quanto aos
nomes e seus significados, um pouco de bom senso ajuda…

 

fonte: Mais Erros que os Pregadores Devem Evitar – Ciro Sanches Zibordi

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